Apr
24
2008
Ao ouvir Clap Your Hands Say Yeah (CYHSY) pela primeira vez, pensei: ECA. Isso há muito, mas muito tempo atrás.
Eis que, dia desses, me apresentaram Joanna Newson - situações incomuns pedem músicas incomuns - e achei graça. Parecia uma criança gritando. Não: uma velhinha gritando. Não! Uma criança-velha gritando!
Ouvi de novo. Gostei. Viciei. Não parei de ouvir.
Depois da Joanna, CYHSY pareceu agradável. Velhinhas resmungonas e crianças berronas não me incomodaram mais. Até a minha voz de taquara, que me traz dores de cabeça constantes, começou a ficar um pouco mais aceitável.
A Joanna Newson trouxe-me uma paz auditiva inédita.
Post que estava nos rascunhos, prestes a ser descartado, e só foi publicado hoje porque voltei a ouvir CYHSY. Continua atual: ainda escuto a Joanna e agora adoro CYHSY.
Apr
18
2008
Nos últimos dias comecei a me dar conta de como eu falo demais. O que eu penso. Sem medir palavras.
Mesmo sendo advertida (não me incomoda, Carla ), eu continuo.
Exemplo prático:
- Carla, vou abrir uma banquinha de cachorro-quente, não é o máximo?
- Are you out of your mind ?? Vai achar um emprego de verdade porque isso VAI dar errado.
E fico pasma que todos apóiam ou não mostram pra criatura o que pode dar errado. Claro que sou uma exagerada: ao invés de dizer que pode dar errado, digo que vai dar errado. Mas é só pra assustar um pouquinho, fazer a pessoa pesar os prós e contras, perceber que a vida não é um moranguinho.
Pena que nem todos me conhecem: não levo a sério tudo que eu digo, meus amigos deveriam levar menos ainda.
Edit: e é alguém concordar comigo que já me revolto e tenho vontade de ser “eu mesma”:
Will Dalosto says: (19:30:09)
apoio a medida :P
carla. vou cortar minha língua e etc. says: (19:30:34)
continua apoiando, e corto a tua ;D
Apr
14
2008
Sou adepta do congele-o-que-sobrar-ao-invés-de-comer-amanhã.
Hoje a noite eu não tinha nada no meu congelador além de uma massa com camarão e um risoto de bacalhau.
Como o risoto de bacalhau é muito recente, optei pela massa.
Ao descongelar, lembrei-me de quando e porque a cozinhei. Achei graça, acrescentei molho branco e tive uma refeição maravilhosa.
Até eu perceber que não cozinho mais.
Ok., na páscoa fiz uma comidinha - e só.
Nada mais de carnes, queijos, massas, risotos, sobremesas, saladas.
Os motivos são a falta de público - Alice anda chata pra comer - e preguiça. Minha semana anda tão cheia que não quero cozinhar, não quero lavar louça, não quero [ok., vocês já entenderam]. As soluções para o problema não existem a curto prazo e não quero mais me conformar com miojo.
Venho por meio deste post solicitar aos gentis leitores sugestões rápidas e práticas de pratos gostosos.
Não me decepcionem!
(pra ler ouvindo: Pancakes For One - Of Montreal)
Apr
10
2008
Fui uma péssima blogueira e não escrevi.
Fiz alguns testes hoje, publiquei uma foto do flickr e um vídeo do youtube. Os 30 e poucos do feed devem ter percebido (vocês estão diminuindo, o que me alegra deveras).
A bem da verdade, escrevi um post novo, sim. Tinha até link pra esse post excelente do Cleber. Só que, pra variar, exagerei na dose. Publiquei o impublicável e espero que ninguém encontre.
Como alguns não dormem no ponto, tomei as providências aplicáveis ao caso: botão deletar é deveras eficiente e está bem visível no WP 2.5.
Espero que todos apreciem as mudanças no layout e que não me retirem de meu silêncio pelos próximos dez dias. Grata.
Apr
09
2008
Quando as coisas complicam, melhor falar de ursinhos e sorvete.

Né? *http://www.youtube.com/watch?v=cnVMTs0Stq4
Apr
01
2008
Sempre resmunguei por não ter com quem dividir as tristezas. Pela primeira vez, choro como um bebê por não ter com quem dividir as alegrias.
Edit 1: o permalink faz sentido, deixei sem título o post.
Edit 2: a partir de hoje, voltamos com as atualizações diárias. rá, primeiro de abril.
Mar
19
2008
“Entendo que o auditório sinta uma simpatia imediata pela mulher enganada. Mas assistindo à confissão pública do governador de Nova York, alguém deveria afirmar, de uma vez por todas, que quando um homem engana uma mulher, quem mais sofre, normalmente, é ele. Do princípio ao fim.”
Hmm, depende, Coutinho. O título de “maior sofrimento” todos querem e deve ser dado à/ao melhor atriz/ator, a ser eleito em cada caso específico.
No caso do gov. de NY, “the oscar’s goes to…” mulher enganada. Chorar como ela ao lado do marido, em público, não é pra qualquer uma. E o Coutinho diz que é difícil enganar a mulher, vida dupla e etc. Só que o cara simplesmente foi a um p*teiro, o que acaba com as dificuldades todas propostas pelo JP.
E encerro aqui mais um post “acordei como se não houvesse nada a fazer hoje”.
Assunto paralelo: preciso fechar o blog, o tuíter e colocar fora meu celular - estou a perder muito tempo com bobagens.
Mar
19
2008
Eu entrego minha filha 3x na semana pra uma Vanessa. Heh.*
E garanto pra Juno que é bem mais complicado dar tchau pra filha 3x na semana que fazê-lo apenas uma vez na vida. Dói (façam as contas de 3x na semana multiplicado por meses, muitos meses, e igualem a n) n vezes mais.
*Vanessa, não fique brava, é que o filme é uma piada pronta! E mais uma vez agradeço ao Eric pela paciente companhia ;p