Archive for the 'biblioteconomia' Category

Nov 30 2007

Catalogação na Fonte (hic)

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Eu estava com ela e, numa mesa de bibliotecários, um alforriado e 3 presos, fizemos isso:

633.71
111 A.
   A : slims menthol. — Indonésia : Sampoerna, [2007]. — 20 c. menthol. — “O Ministério da Saúde adverte: ele é uma vítima do tabaco. Fumar causa doença vascular que pode levar à amputação”. — 7890 0592.

1. Tabaco

Não corrijam, é apenas uma piada.

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Nov 27 2007

Plágio em Blogs

Published by puny under biblioteconomia, blogosfera

Acaba de nascer mais um blog meu. Eles estão se reproduzindo como coelhinhos. Este último fiz pra uma disciplina chamada Produção de Documentos Eletrônicos, que discutiu, entre outras coisas, a questão legal e ética da informação que circula em rede.

O blog em si trata dos plágios em blogs, e pretendo mantê-lo. Quem quiser divulgar casos de blogs e obter maiores informações a respeito, use e abuse do Copy and Paste.

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Nov 13 2007

Terapias

Published by puny under biblioteconomia, vidinha

Troquei a leitura de estante pelo ônibus.

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Sep 22 2007

… e o papel do bibliotecário?

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No post anterior falei sobre o papel dos pais na questão polêmica dos livros didáticos.

As pessoas esquecem que escolas e educação não se resumem às salas de aula. Há a família, os amigos, a biblioteca e o profssional que lá trabalha.

Creio que todos os bibliotecários desejam - ou deveriam desejar, como bons profissionais - ter uma biblioteca como a de Babel, que contemplasse todas as possibilidades, todos os pontos de vista.

Não só em função da política: se os alunos não compreendem bem as explicações do professor e do livro de química? Talvez uma outra abordagem possa ser mais clara para determinados alunos. Cada tem uma forma de compreender, e devemos disponibilizar às crianças outras leituras que não as padrão.

Dirão vocês que crianças não gostam de ler e não se interessam por olhar outras fontes. Te dou um toque? É papel do bibliotecário incentivar a leitura e a curiosidade sobre outras fontes.

Sugerir aos alunos que estudam pra uma prova outros livros didáticos já ajuda.

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Sep 22 2007

Papel dos pais…

Published by puny under biblioteconomia

Há muita besteira na Blogosfera ultimamente sobre a questão dos livros didáticos.

Falam apenas no papel dos professores sobre o assunto. Não que eu esperasse algo sobre os bibliotecários, mas uma palavrinha sobre os pais bastava.

De todas as reações sobre o assunto, a que mais gostei foi a do Liberal, Libertário, Libertino:

Os cidadãos, como o Kamel, têm direito de reclamar dos livros que julgam impróprios - não me parece que ele exigiu censura. Os professores, que são os profissionais da área, têm direito de escolher com quais livros querem trabalhar - o que já acontece. Então, tudo bem.

Se fosse um verdadeiro liberal, aliás, Kamel preferiria ter milhares de professores podendo escolher livremente milhares de livros, do que ter um único burocrata, em uma saleta em Brasília, decidindo o que todo mundo iria ler.

Pena que não acontece de fato. Há uma “democracia” no ensino público, isto é, todos os professores do Brasil usam os mesmos livros indicados pelo MEC, certo? Escolhidos por alguns deles de forma democrática, mas mesmo assim: acredito que cada professor deveria escolher o livro de seus alunos.

Caso os pais não gostassem da linha de professor “x”, deveriam poder trocar seus filhos de escola, já que a deveria ter todos o direito a uma educação públicagratuitaedequalidade e livre de patrulhas ideológicas.

O papel familiar é este: mostrar o contraponto. Ou não. Alguns contrapontos eu não quero pra minha filha. Aprender que a Princesa Isabel é uma feia e que o Mao era um bom amante em nada contribuiriam para a sua formação, por exemplo.

Claro, eu evitaria trocá-la de escola. Creio que bastaria dizer a ela que há um outro lado e que o professor o está omitindo. Repetirei a famosa frase do meu pai, ouvida tanto quanto eu estava à esquerda quanto quando me bandeei pra direita: “Carla, as coisas não são bem assim…”.

Fico feliz por ter atingido o equilíbrio. Muito influenciável, eu? Enquanto estava na escola, aprendi a ser de esquerda. No cursinho, aprendi a ser de direita. Agora, aprendi que não quero nem a direita cega, menos ainda a esquerda ensadecida.

Gostaria de ser apolítica. Mas não sei ser neutra. Resolvi ser crítica de todos os lados.

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Sep 21 2007

Published by puny under biblioteconomia

Sempre ouvi dizer que, na madrugada, não deveria usar-se o sabi - para renovações, reservas - por conta de manutenções e afins.

Só que a notívaga aqui sempre conseguiu consultar o catálogo.

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Sep 19 2007

Há momentos em que precisamos tomar decisões

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Como são difíceis!

Gosto de A, gosto de B, mas não sei qual escolher pra vida toda.

Ambos prometem-me um futuro excelente.

Conheço o A de longa data. Paixão instantânea. Eu traí o pobre coitado, mas voltamos aos amores. O A é dinâmico, sempre envolvido com pesquisa. Adoro isso. Em suma, ele é um verdadeiro mutante.

O B eu sempre desejei. Rezava para que me olhasse. Hoje, ele piscou pra mim. Seduziu-me com sua beleza, sua carteira recheada e sua pose. Quando me aproximei, senti-o frio, limitado, repetitivo.

Eis que estou num dilema.

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Sep 18 2007

Ensinando padres

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19h30.

Eu, em local que jurei nunca mais pisar.

Biblioteca da FABICO.

Um funcionário no balcão.

Devolvi um dvd. Eu sabia que precisava do DVD 015 (isso é a localização, o número de chamada do maldito).

Não estava lá. Perguntei a ele quando voltava. Ouvi um: olha no sabi.

Fui até o pc e me dei conta que não me lembrava do nome do filme, só da localização - 015, lembram? O sabi não permite aos usuários que procurem por localização - ou permitem e a UFRGS não deixa.

Tampouco me interessa; eu tinha um problema e sabia que poderia ser resolvido via OPAC, Circulação, whatever. Instintivamente procurei o Aleph no menu Iniciar. Dã, claro que não tem nos pcs de usuários!

Disse ao funcionário: olha, eu não lembro do título, mas sei a localização. É o dvd 015, tu podes me informar quando volta?

- Não. Se tu não sabe o nome NÃO TEM COMO.

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