Jun 26 2008
Assaz piegas
E verdadeiro:
“[. . .] as pessoas não são objetos; e o amor é o oposto desse programa [Sex and The City]; ele não existe para nos satisfazer a nós; ele existe para lembrar que alguém é mais importante do que nós.” (COUTINHO, 2008, online)
Filhos, namorado(a), companhia, devem nos trazer satisfação, claro!, mas em conseqüência… da lembrança de que são mais importantes que nós mesmos.
Amar é deixar de ser egoísta.
Eu não deixo de ser egoísta totalmente; mesmo com a Alice, meu amor maior, tenho meus limites. Contraditório, talvez, mas o amor próprio também é fundamental.


Poxa, sem dúvida. Facilita as coisas, eu acho.
Seriados como Sex and the City e derivados são uma verdadeira praga social.
Só servem pras pessoas pensarem que a sua vida sexual é monótona se comparada às da demais. É o princípio de que o sexo é o centro da vida moderna levada ao extremo. E o pior é que o tema é tratado como se fosse um tabu. Nada menos normal, se lembrarmos que programas como estes surgem no meio de uma sociedade tradicionalmente conservadora e enraizada no puritanismo.
Os europeus tratam o assunto de forma muito mais natural. Sexo não é pecado, ao contrário do que acontece nas Américas.