“[. . .] as pessoas não são objetos; e o amor é o oposto desse programa [Sex and The City]; ele não existe para nos satisfazer a nós; ele existe para lembrar que alguém é mais importante do que nós.” (COUTINHO, 2008, online)
Filhos, namorado(a), companhia, devem nos trazer satisfação, claro!, mas em conseqüência… da lembrança de que são mais importantes que nós mesmos.
Amar é deixar de ser egoísta.
Eu não deixo de ser egoísta totalmente; mesmo com a Alice, meu amor maior, tenho meus limites. Contraditório, talvez, mas o amor próprio também é fundamental.
Ontem estava eu assistindo ao vídeo do ato contra a Yeda e multinacionais e blá, blá, acompanhada do meu esquerdinha favorito. Tudo muito “lindo” e democrático, até que me surge uma desnaturada carregando um bebê de meses.
Eu disse: “pára, não quero ver. Um adulto, um adolescente, podem correr o risco que bem entenderem. Uma mãe não tem o DIREITO de expor seu bebê a um ato, pacífico ou não. Uma MÃE precisa proteger seu bebê em qualquer circunstância: bebês precisam de carinho e proteção e… VACA!” (diálogo nesse teor)
Resposta: “se ela tivesse com quem deixar…”
Contra-resposta: “com quem deixar???? não se leva bebê pra bar, quanto mais pra ato! Mãe tem que ficar EM CASA, cuidando do filho e…”
O que eu vou fazer quanto a isso? O mínimo que uma cidadã pode fazer: ligar pro Conselho Tutelar. O problema é descobrir o nome da MONSTRA, mas dá-se um jeitinho…
Alguém torna públicas questões de corrupção. Ninguém sabe de nada. Não acontece nada com ninguém.
Duas reações diferentes:
Eles votaram no Lula e acreditam que ele não sabia de nada. Eu votei na Yeda e quero que ela seja devidamente defenestrada do Piratini.
O mais hilário da cousa toda:
Petistas querem impedimento da Yoda. Eu também. Eles querem o Feijó de governador?
O pessoal do DEMO quer a cabeça do Feijó. Faltou só dizerem que ele é pelego e traiuzcumpanhero.
É o fim do mundo político como o conhecemos, heh.