Jan 22 2008
Esse relato deveria estar no twitter, mas ficou grande demais para o formato.
Tenho voltado a pé pra casa, do trabalho. Reparem que não é atividade simples andar da Dona Laura esquina Goethe atééé o Gasômetro.
Eu, que considero que a cidade de Porto Alegre é o que fica entre a Bela Vista e o Gasômetro - Z Sux, Z Norte e Z L são outras cidades, só quem mora por lá ainda não descobriu - sinto-me atravessando a capital.
Por que essa insanidade? Unificaram os T9, que eram os únicos ônibus em que eu não me sentia, como nas ótimas palavras do Gui, uma galinha da Frangosul amarrada pela patinha. Ou seja, eu não gastarei meus VT pra ser esmagada, pisoteada e etc., já que caminhar é assaz agradável.
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Faço o caminho mais curto, ou seja, sempre reto a partir da Independência. Hoje, como havia formatado o iPod, só consegui ouvir Pavement - que adquiri no trabalho, hehe.
Parêntese sobre Pavement: baita banda. Obrigada pessoal da comunidade da UFRGS pela indicação!
Já com a língua de fora e as pernas tremendo, cheguei no Bambus. 18h30, só a Ana no caixa e mais nada.
- Oi Ana, tudo bom?
- Oi! Uma Pol..
- Não, Ana! Quanto tá a água?
Não me recordo de, alguma vez, ter comprado ÁGUA no bambus. Espero não repetir o feito.
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Ao chegar na frente do edifício, uma mocinha de gesso rosa me esperava com os braços abertos.
- Mãe, achei que tu ia fugi! Eu tava peocupada!
- Fugir, Alice? Eu? Pra onde?
- Pa floesta, mãe!
Ainda bem que eu detesto mato.


:) muito fofa ela…