Dec
15
2007
O destino ainda não ajustara contas com ela - por enquanto. Recuara alguns passos e se escondera nas sombras, rangendo os dentes. Mas havia tempo de sobra. No entanto, quando Fifi caminhou pelo saguão, com o rosto refletindo suas novas esperanças e a ansiedade pela visita ao couturier, o próprio destino ficou na dúvida se, algum dia, chegaria a pegá-la de jeito.
Fitzgerald, F. Scott. A menina do hotel. In: ______. 24 Contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 341.
Dec
15
2007
O Google já aprendeu muito com bibliotecários. É hora de inverter o jogo:
Even if Google’s search algorithms have evolved a lot in the last 10 years, Google works without having to type anything else than a query. It doesn’t ask if you want personalized results, recent web pages or if your query has anything to do with celebrities. You can get away with spelling errors because Google automatically detects them, you can also type ambiguous queries without seeing a dialog that asks you to be more explicit. Now you don’t even have to specify if you want images, news or videos because Google adds them to the list of search results.
Enquanto isso, os referencistas dissecam os usuários com perguntas e mesuras.
Deve haver um jeito de dar ao usuário o que ele quer sem incomodá-lo com isso. Precisamos conhecer para oferecer um melhor serviço? Claro que sim. Só que perguntas não bastam - e, como diz o House, as pessoas mentem. Observação é o melhor caminho. Em dois minutos um bibliotecário ou funcionário de biblioteca universitária sabe dizer se a criatura é aluno de pós, graduação ou professor, certo? Ofereçam, então, serviços diferenciados - ao invés de fofocas e café. Ops, deixem o café!
Alguns colegas e chefes acham que a biblioteca tem de ser idolatrada e propagandeada para sobreviver. Acredito que ela deva ser INVISÍVEL e necessária. Just like Google.