Archive for October, 2007

Oct 15 2007

Vício

Published by puny under blogosfera

91%How Addicted to Blogging Are You

2 responses so far

Oct 13 2007

Presente de grego

Published by puny under vidinha

Acqua Brink
A cada propaganda uma tortura: mãããe, EU QUERO.

Pensei com meus botões: água + panelinhas + pia gigante = problema.

Não, Alice, tu não vais ganhar. Pelo menos não de mim.

Minha avó - a melhor compradora de presentes da minha infância - deu a ela o negócio ontem, pelo dia das crianças.
Suei frio, mas… presente comprado é presente entregue.
Não havia o que fazer.

Aliás, gostaria que alguém me explicasse o que faz as avós adivinharem exatamente o que os netos desejam ganhar - muitas vezes sem questioná-los a respeito. Acho que há uma mutação em quem se torna avó. Elas adquirem a capacidade de adivinhação e a de aporrinhação de mães assim que o netinho tem seu primeiro acesso de choro. Eu achava que elas adivinhavam presentes perfeitos pros netos apenas para implicar com as mães. Como todos sabem ou deveriam saber, para as avós, as mães estão sempre erradas, sempre educam mal os filhos e nunca os agradam de maneira suficiente.

Parêntese: em bisavós essa mania de implicar com mães é elevada ao quadrado

Dessa vez, minhas teorias foram por água abaixo.

A pia de plástico foi, apesar de tudo, uma boa aquisição. Antes ela usava a pia do banheiro e molhava a casa inteira pra “lavar a louça”. Agora ela resolve tudo em um lugar só. Claro, ainda há bagunça, mas está menos generalizada.

Só alguém com a experiência de educar filhos e netos pode saber o que é de fato um presente de grego ou não.

7 responses so far

Oct 13 2007

Notícias inesperadas

Published by puny under vidinha

- Alô, Carla? Seguinte, a Escola não vai abrir dia 13.
- O quê?
- Isso mesmo.

Putz, eu tinha muito trabalho a fazer hoje… Tanta coisa eu ia adiantar!

Mas foi MUITO BOM não precisar trabalhar nesse sábado!

No responses yet

Oct 11 2007

Le RU

Published by puny under comida, política, vidinha

Hoje eu almocei no R.U.. Restaurante universitário.
Bandejão pros paulistas.

Grande coisa, dirão os novatos. Almoço ali todo dia, pensarão outros - e não faço posts por isso.

Sim, a graminha está mais verde que de costume e isso não vale um post. Mas é engraçado.

Só que não almoço(ava) no RU há muito tempo. Lembro de ter almoçado algumas vezes no primeiro semestre - ano passado, mas enfim. Parece-me que passaram anos. Tanto que esqueci da bandeja na mesa! Fiquei da cor do molho de pimenta.

Já devo ter dito aqui que não acho legal que, além de bancar a minha formação universitária E minha bolsa-trabalho, o Estado ainda subsidie minha comida. Eu já recebo benefícios demais, blá, blá, blá.

Claro que não almocei por lá pelo frango, alface temperada, arroz e feijão. O frango estava bem gostoso, aliás. Acho que fizeram especialmente pra me “tentar”, hahaha.

Faço voltas e não vou ao ponto: o que virá a seguir? Seria esse o limite? Não.
Há limite? Não sei.

Sei que não pretendo repetir a experiência tão cedo. Meu miojinho é mais em conta, é suficiente pra três refeições e, além de não ser subsidiado, ainda paga impostos :P

4 responses so far

Oct 10 2007

Tropa de Elite

Published by puny under política

Ontem, graças à Fernanda, em companhia de Guadalupe e seus irmãos, fui ao Shopping Total pra pré-estréia de Tropa de Elite.

Eu estava com medinho do filme, que fosse muito forte ou muito duro. Falaram tanto das cenas fortíssimas de tortura e afins… impressionável que sou, fui nervosa pro cinema.

No fim, fiquei apenas envergonhada com as críticas que o filme faz. Eu, no meu mundinho, com dó de quem faz passeata pelos filhinhos conheirinhos, sem pensar nas crianças e adolescentes que fazem parte da coisa toda.

Nós somos responsáveis pelos nossos atos, portanto não temos direito de reclamar - a menos que façamos o certo.

Voltando à questão da tortura: claro que não é coisa bonita nem válida e discordo da prática. Só que no filme fica bem claro que eles davam a chance das criaturas falarem. Não queriam sofrer as conseqüências do tráfico, que não fossem coniventes. Algo do tipo: ok., eu falo: mas me protejam dos bandidos. Simples assim.

De resto, o filme me pareceu bem coerente: bandido é bandido, traficante não perdoa e esse blá-blá-blá de consciência social não resolve (quase) nada.

Há tempos eu não gostava tanto de um filme nacional.

No responses yet

Oct 09 2007

Eu sei, eu sei

Published by puny under vidinha

Muitos de vocês estão curiosos sobre o post abaixo.

Só que cansei de publicar coisas e me arrepender por esquecer que a internet é públicagratuitaedequalidade.
Ou me arrepender por ter sido mal-educada demais, chata demais, ranzinza demais.

Um e-mail não resolveria?

Não. Posts de blog não são e-mails. E-mails servem para comunicar uma mensagem a alguém(ns). Um blog não é necessariamente um recado, uma mensagem. Se eu tivesse mandado o post por e-mail para a meia dúzia de pessoas que tem a senha não haveria sentido algum.

Eles se questionariam: afinal, o que motivou a Carla a nos enviar essa baboseira?

Eu só não tinha como explicar uma mudança de atitude, de pensamento, enfim, mais uma das minhas insanidades internas, sem envolver duas pessoas queridas e o que me disseram em e-mails e afins. Elas sabem como não gosto de expô-las. Uma delas ainda veio me dizer que se assustou por ter suas frases assim… publicadas. Mesmo que, apesar da senha, eu tenha omitido a autoria.

E volto a discussão sobre o papel dos blogs.

Eu não quero ser um eco do que os outros publicam, eu não tenho interesse em produzir conhecimento relevante, eu não tenho vontade de mudar o mundo pelo teclado. Eu só quero que me liguem por um post e o contestem; que me digam que eu estou errada ou certa; que discutam comigo. Que comentem sobre o livro que eu li e me sugiram um outro; que me mostrem o que eu não fui capaz de ver sozinha.

Quanto mais gente me visitar, melhor, claro. Alguém há de acrescentar algo relevante pra minha vidinha.
Se o fato de eu colocar senha em um post e um título desaforado nele espantar alguém daqui, sinto muito.
Eu não gostaria que isso acontecesse, mas o meu blog tem um papel: ajudar-me a crescer, a entender, a saber mais.
E saber a diferença entre o que merece ser público e privado, entre acesso público e restrito, faz parte desse aprendizado.

6 responses so far

Oct 08 2007

Entendam, de uma vez:

Published by puny under política

A passeata me fez lembrar o quanto a direita pode ser assustadora [...] sujeitos com cara de malvados distribuíam panfletos alertando para os perigos do Foro de São Paulo e dos planos de Lula para levar o Brasil ao comunismo.
A direita é muito safada; chega a sê-lo mais do que a esquerda. Disfarça suas reais intenções por trás de manifestação pela ética. O ranço de Olavo de Carvalho se deixava entrever nos dizeres de uma das faixas exibidas pelos manifestantes: entre “Mensalão”, “Renan Calheiros” e “Caso Lulinha”, despontava a faixa “Suposta Ligação do PT com as FARC”. Porra, SUPOSTA?! Você está numa manifestação, xingando a mãe do presidente da República, e sapeca um “suposta” numa faixa de protesto? Oras, por favor!

Voltei para casa com medo. Aquilo me parecia a Marcha da Família com Deus, aquelas presepadas todas que antecederam (e desencadearam) o golpe de 64. Lembrei de uma crônica recente do Verissimo, na qual ele alertava para o perigo de se vaiar o governo ao lado das pessoas erradas. Eu pretendo continuar a vaiar os safados, mas aqui do meu canto, sozinho.

Uma coisa é condenar o Foro de SP e dizer que o Lula talvez queira uma “reeeeleição”. Outra é defender uma ditadura de direita.


Lembro-me de quando morreu Pinochet. Escrevi aqui que o inferno abria suas portas para ele. “Mas Pinochet não é da sua turma?”, provocavam os petralhas. Não! Fidel e Chávez é que são da turma deles. Mais Stálin, Lênin, o Porco Fedorento… Pretendem dividir comigo um bom par de ditadores nem tanto porque repudiam o suposto abrigo que eu dê aos meus (porque eu não dou), mas porque estão em busca de licença moral para adular os seus.

Posso mandar, e mando, para o diabo que os carregue todos os ditadores de países capitalistas. E sobra como herança do modelo praticamente a totalidade das conquistas da humanidade. E se os esquerdistas abrirem mão dos seus? O que é que lhes sobra?

Só que eu desisto, sabe? Acho que não é concebível, para a maioria dos humanos, que exista quem NÃO queira ditaduras, quem queira liberdade de reclamação para todos, enfim, essa coisa política amorfa que eu me considero.

Continuarei a choramingar pela falta de liberdade, aqui, do meu canto, sozinha.

*grifos meus*

One response so far

Oct 07 2007

Published by puny under blogosfera

A inteligência desses spammers não tem limites:

Sinto pra eles, mas o akismet ainda é mais espertinho.

2 responses so far

« Prev - Next »