Sep
30
2007
Pareceu boa idéia, o ambiente era conhecido de outros seminários - os de literatura - portanto ir sozinha não seria ruim.
Problema: eu não sei nada sobre filosofia.
Além disso, estou acostumada aos de literatura: domino o assunto, a nomenclatura, a fauna.
Fiquei surpresa, por exemplo, ao ver um número reduzido de senhoras de coque e de homens-mocinha!
Outra diferença notável é que ao final das palestras os filósofos… FAZEM PERGUNTAS! Quando são seminários de Literatura, é preciso implorar pra que alguma senhorinha questione alguma coisa.
O Eduardo teve de dizer que só dava pra fazer mais UMA pergunta, por conta do tempo.
O blá-blá-blá ainda não me entusiasmou, mas não posso dizer que fiquei de todo entediada.
Recomendo aos desocupados em sábados pela manhã.
Maiores informações procurem no site da Secretaria Municipal de Cultura, há de ter algo por lá - estou com preguiça de procurar.
Sep
27
2007
Que eu vi no Träsel, me irritei e não terminei - há uma parte em que precisa ser rápido e com o trackpad eu sou uma lesma.
Vi no Marcus e fiquei mais irritada. Resolvi sair do mac e fazer no pc.
Demorou MUITO mais que eu imaginava, mas taí:

Sep
25
2007
1, 2, 3, testando.
Todos aí?
Aparentemente, sim.
Sep
24
2007
Eu ia escrever um post gigantesco sobre inconstância, ao que leio meus e-mails.
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Sep
24
2007
Ou: uma resposta ao meme do Marcus.
Respondo com uma citação do Do Information Wants to Be Free:
Why do you blog? Looking at the responses I saw in the Survey of the Biblioblogosphere, I didn’t see anything about having the most subscribers, having the highest Google Page Rank, or being the most well-known blogger. I saw people who wanted to share information with others, who want to keep current, who want to become part of a community and who want to process their own ideas about professional issues. So, if you want to share information with others, it’s probably important to have an audience, but it probably doesn’t matter as much how many comments you get or how many people link to you. If your goal in blogging is to keep yourself current or to process your own ideas about professional issues, popularity shouldn’t matter at all. If your goal is to be part of a community, it shouldn’t matter how big or small that community is, but you may care about things like “conversational intensity” because you want to be a part of the community conversation. So, think about why you blog and let that guide your vision of success.
Eu sequer quero compartilhar informações de grande relevância profissional. Eu gosto mesmo é de compartilhar e discutir informações. Não é à toa que pretendo ser bibliotecária e trabalhar com INFORMAÇÃO. Nâo sou boa pra produzi-la, mas adoro lidar com ela. Difundi-la. Meu blog serve pra compartilhar, com os amigos anteriormente feitos e os surgidos via blog, as coisinhas da minha vida, da minha profissão, do meu mundinho.
As três melhores coisas que o blog me proporciona, portanto, são:
1. Difusão de informações
2. Conversação sobre informações
3. Know pessoas, não simplesmente met.
Eu, que tanto gosto da (cada vez mais) inculta e bela, ressinto-me de uma falta de diferenciação entre as formas de conhecer. Mas é coisa pra outro post.
Sep
23
2007
Música da semana - ou da minha vida, que preciso mudar todo dia?
[audio:euquerosempremais.mp3]
Ira! - Eu quero sempre mais
Eu acho que já publiquei aqui algo sobre, mas deu-me vontade de publicar de novo.
Domingos, hmpf. TPM, hmpf.
Sep
23
2007
- Mãe, eu quero uma gata rosa e roxa. E branca também.
- Hm, rosa e roxa é complicado. Branca até se acha. Um dia gente pode ter uma gatinha branca… Qual o nome tu vai dar pra ela?
(silêncio. cinco minutos depois…)
- Sílvia, mãe. A gata vai ser Sílvia.
- De onde tu tirou esse nome?
- É o nome da gata, oras.
- Ah, tá. Não esquecerei.
Sep
22
2007
No post anterior falei sobre o papel dos pais na questão polêmica dos livros didáticos.
As pessoas esquecem que escolas e educação não se resumem às salas de aula. Há a família, os amigos, a biblioteca e o profssional que lá trabalha.
Creio que todos os bibliotecários desejam - ou deveriam desejar, como bons profissionais - ter uma biblioteca como a de Babel, que contemplasse todas as possibilidades, todos os pontos de vista.
Não só em função da política: se os alunos não compreendem bem as explicações do professor e do livro de química? Talvez uma outra abordagem possa ser mais clara para determinados alunos. Cada tem uma forma de compreender, e devemos disponibilizar às crianças outras leituras que não as padrão.
Dirão vocês que crianças não gostam de ler e não se interessam por olhar outras fontes. Te dou um toque? É papel do bibliotecário incentivar a leitura e a curiosidade sobre outras fontes.
Sugerir aos alunos que estudam pra uma prova outros livros didáticos já ajuda.