Aug
17
2007
Chego a casa e tenho três chamadas não atendidas. Ah, como amo o identificador de chamadas… Vó, mãe… 3308? Quem me ligou da UFRGS de tarde? Final 6000. Liguei de volta.
- Segurança Campus do Vale?
- Ahn… Boa noite, me ligaram desse número…
- Opa, eu não liguei pra senhora não!
- Mas, mas… o número tava aqui! 6000!
- Ah, é o telefone da central. A telefonista já foi, então direciona pra cá. Provavelmente alguém te ligou por fora e passou por ela antes.
- Hmmm…
Só que não há ninguém que precise me ligar do vale. De tarde. Que não tenha meu celular. Que não possa ligar direto pra fora.
Muito estranho.
Aug
17
2007
O que me importa é a informação que eles contêm, oras. Deveria ser assim com todos os bibliotecários, menos com os que se interessam a fundo por preservação. Tanto faz o maldito suporte!
A minha mais nova professora favorita da Biblio falava hoje - na quarta-feira - sobre a sempre presente questão dos livros. Se sumirão ou não, se mudarão ou não, o fim das bibliotecas, blá, blá…
Ela diz que não sentiu falta da Biblioteca da FABICO com a tal da greve. Nem eu. Eu sempre uso outras quando preciso fazer meus trabalhos.
O problema são as bibliotecas em si ou os serviços que elas oferecem?
Adoro poder consultar uma fonte estática e confiável. Especialmente num domingo. Só seria melhor se tivesse wireless, para eu compartilhar o conhecimento com colegas na hora. Falo da Biblioteca do IPA, que merecerá uma dedicatória em meu TCC. É uma biblioteca lindinha e que funciona 24 horas por dia, todos os dias. Nos feriados? Também.
Claro que algo assim é inviável numa universidade publicagratuitaedequalidade.
Será mesmo? Na setorial em que trabalho as coisas são diferentes. Horário de funcionamento bem flexível (8h30-21h e sábado 9h-12h30), salinhas de estudo… Outro mundo é possível e pagamos MUITO caro por ele.