Archive for July, 2007

Jul 23 2007

Calma

Published by puny under vidinha

esperando

Porque há comunidade pra tudo.
Tudo mesmo.

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Jul 22 2007

Marie Cappelle

Published by puny under literatura

Comprei o livro Senhora Lafarge : lembranças íntimas, esperando encontrar ou a história de uma mocinha que mata o marido pra ficar com um amante, ou a história de uma senhora que está de saco cheio do casamento que tem, ou, ou…

Spoilers abaixo.

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Jul 21 2007

Vou dar-me uma festa

Published by puny under música, vidinha

Pra choramingar sozinha enchendo balões.

Play me a sad song
’cause that’s what I want to hear.

Hoje o blog sofreu uns problemas técnicos, já resolvidos. Alguns comentários se perderam e as informações ao lado perdi também recuperei usando o que estava arquivado no bendito e sempre providencial Google Desktop.
Aos poucos recuperarei tudo. Quer dizer, tudo, tudo, não.
As ilusões foram pra nunca mais voltar.

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Jul 20 2007

Deus (apareça na televisão)

Published by puny under música, vidinha

Eu vou rezar
Ligar o rádio
Ficar invisível
Pois nada vai te atrapalhar
Nada vai te atrapalhar

A música da semana. Publico-a mais tarde, quando chegar a casa. Estava com saudades de Kid Abelha e de dormir no sofá.

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Jul 18 2007

Só cinco??

Published by puny under literatura

Não muito chegada a memes, mas quando chamam não consigo fugir. Esse quem repassou foi o Marcus.

Meus livros favoritos são os que li mais vezes ou os melhores que li? Os melhores são os melhores por terem um estilo literário superior, por tê-los consumido mais rapidamente ou por terem me tocado? Não sei. Sei que vou pegar uns dos que li nos últimos três anos e tacá-los numa lista aleatória, levando em conta que são os mais frescos na minha cachola. Ao final, uma surpresinha da minha infância: o livro que mais vezes reli precisa estar nessa lista. Ah, sim: evidente que não tenho a paciência do abóbora e não colocarei as capas dos livros. Muito menos as referências completas, já que serve um desses publicado por qualquer editora, desde que em tradução direta - quando for o caso:

- Sabato, Ernesto. O Túnel - primeiro da lista por ser o livro que mais cito. Marcou o início da minha fixação por ler em quantidade e com qualidade, já que nessa época dei-me conta de que o tempo estava passando e que ainda não havia lido nem um milésimo de tudo que há de bom para se ler. Para constar: ainda não consigo chegar perto desse milésimo.

- Dostoievski, Fiodor. O Idiota - Representa o que eu mais gosto do Dostoiévski, mas qualquer um dele poderia estar presente. Qualquer um, não: Crime e castigo, Os Demônios, Nietótchka Niezvânova, A Senhoria, O Eterno Marido… O Idiota está aqui por ser o que li mais rápido e por conter as melhores duzentas páginas iniciais de um livro.

- Shakespeare, William. O Rei Lear - O autor que mais li não poderia ficar de fora da lista. Pensei em colocar o meu mais lido dele, Sonho de uma noite de verão, ou então A megera domada. Dei-me conta de que a lista estava muito pouco adulta e resolvi colocar o meu favorito dos mais ’sérios’.

- Cortázar, Julio. Todos os fogos o fogo - Histórias fantásticas do Bioy, qualquer um do Borges, Bestiário… dentre tantos livros de contos latinoamericanos, preciso escolher um. Listar só cinco livros não dá, Marcus! É muita crueldade. Onde deixo o Borges, o Flaubert, o Fitzgerald, o Paul Auster, o Hemingway?

- Macedo, Joaquim Manuel de. A Moreninha - porque aos oito anos romances românticos são o que há em literatura. Como minha biblioteca era pequena e eu ainda não tinha verbas próprias para livros, lia e relia o que ganhava em feiras do livro e etc. Os hits da época eram os românticos e o Machado. Só que o Machado era realista demais pra uma mocinha que ainda brincava de bonecas e sonhava com um Augusto bem chorão a pedi-la em casamento aos quinze anos. Quem ainda se casa aos quinze anos? Ha, ha.

Notei que nunca entrou ou entrará uma mulher em minhas listas de melhores. Nunca li algo de bom - que não seja literatura infantil, jornalismo ou auto-ajuda - produzido por mulheres. Lya Luft? Obrigada, mas quando tiver meus sessenta anos talvez me interesse. Clarice Lispector? Nãão, também não. Mulheres simplesmente não sabem escrever. Discutirei melhor essa questão em um post futuro, se eu não esquecer.

Edit: Não fosse o William eu esqueceria de passar adiante! Esse meme vai para… William, Cleber (que pode postar no prefácio, também, quando voltar das férias), JuliaVanessaVica.

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Jul 18 2007

Published by puny under política

Eu já tinha medo de andar de avião. Não medo de andar de avião exatamente, mas de andar de avião nas atuais condições brasileiras. Medo de queda, de atraso, de chuva, de tudo. Assim como ando ressabiada com carros e ônibus.

A essa altura todos já sabem que havia no avião um deputado e o ex-presidente do Inter, o Amoretty - único nome que reconheci de cara na lista de passageiros. Fiquei temerosa até a maldita sair; não era pequeno o número de professores e amigos com viagem marcada pra São Paulo por esses dias. Felizmente, não localizei nenhum conhecido.

Mesmo assim, entre passageiros e transeuntes, são umas duzentas alminhas mortas. Não adianta, o Brasil é o país das reformas chinelas. Nenhum meio de transporte é ou será seguro nestepaiz. Não devemos mostrar surpresa se mais acidentes ocorrerem em breve. Qual vôo será o próximo?

Ah, uma empresa aérea com nome de onomatopéia não pode reclamar de ser a mais preocupante na opinião do firpo e de quem ainda lembra do caso da porta que saiu voando em 2002. O Globo fez uma listinha dos acidentes envolvendo a companhia nos últimos anos, prova de que os temores não são infudados.

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Jul 17 2007

Automedicação

Published by puny under vidinha

Eu sempre fui favorável à prática de automedicação, até a manhã de hoje.

Ontem acordei com um probleminha feminino corriqueiro. Que fazer? Ligar pra minha avó.

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Jul 15 2007

Alice não se esqueça do nosso amor*

Published by puny under vidinha

surtandoEu poderia repetir todos os clichês dos anos anteriores, ou recontar a já tradicional historinha do parto. Garanto que é emocionante: reviravoltas, choradeiras, queijos com vermes na GNT. Uma gama variada de assuntos que tocariam os leitores e possivelmente os divertiriam.

Entretanto, esse post é pra ela. Quero que ela se lembre da foto que ela acha engraçada, das nossas risadas, das nossas brincadeiras, das minhas chatices com ela e, principalmente, dos momentos em que tenho vontade de esmagá-la e enchê-la de beijocas.

Há exatos quatro anos essa mocinha me faz rir, chorar, enlouquecer e aprender. Surtando juntas, levando-a nas costas, dividindo as bonecas e tudo o mais. Alice, Ali, Alie, Alicie, porcaria, cush cush, chuchu, filhote, bebê mamãe: feliz aniversário. Amo-te, coisinha fofa.

*Escolhi um bom nome pra minha filhota. O Kid Abelha tem musiquinha bacana pra ela. Já minha mãe foi menos feliz: como ela poderia supor que haveria uma banda chamada LS Jack?

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