Como vocês podem perceber visualmente, meus posts voltaram a conter tags.
Eu ainda não sei o que dizer a respeito delas. Concordo com o que li no Blog do Saboya, em grande parte. As minhas discordâncias foram comentadas lá. Ainda acho que algumas tags podem ser inúteis, mas pseudo-organização nunca é demais.
O que vai determinar a utilidade e a relevância de uma tag é o usuário, como sempre. Os usuários determinam tudo. Dizem uns: isso é só um blog. Concordo. Agora, e os blogs relevantes? E as informações que estão na internet desorganizadas, i.e., praticamente todas? Poxa, peneirar informações no Google o tempo todo é atividade ingrata, levando em conta que o volume de informação só aumenta e que podemos facilitar a recuperação de informações. Eu sinto-me na obrigação de pensar seriamente sobre as minhas tags e minhas categorias por ser uma profissional da informação (odeio essa expressão) e por saber que se não conseguir organizar a minha própria bagunça jamais serei capaz de organizar a alheia.
Eu ainda imagino que as tags são como um índice e que as categorias são uma classificação por assunto, mas posso estar errada. Enquanto alguém não se coçar pra criar uma teoria, eu fico com as minhas analogias toscas de graduanda.
As tags voltaram, as categorias ainda não. Estou procurando a melhor forma de classificar as porcarias desconexas que escrevo, mas está assaz complicado.
Cedo pra almoçar, mas quanto antes chegar ao trabalho melhor. As discussões de sempre sobre os problemas de sempre - defendo a idéia de que apesar das intromissões da administração, a biblioteconomia nunca será algo racional e metódico -, cabeça doendo, pensamentos em ebulição.
Correr pra atravessar a Av. Ipiranga, bonito o motorista do corsa verme… BUM.
Volto a cabeça, caos. Senhora com a mão no rosto. Carlinha, sempre solícita:
- A senhora se feriu?
Não, disse ela que nem quis ver o estrondo. Só estava assustada. Olho em direção ao planetário e vejo uma moto caída, um cara de capacete mancando e o cara do corsa procurando por um triângulo em seu porta-malas.
Na verdade, quer saber? Não posso. Não posso simplesmente sentar aqui e tomar café com você.
Eu te amo. Sei que aquela noite não significou para você o mesmo que para mim… mas não me arrependo e não paro de pensar nisso desde então. Não só porque foi ótimo, o que foi mesmo… mas porque foi certo.
Foi muito certo, Lore. Você pode não ver isso agora, mas eu vejo. E se eu tiver que esperar até que tenhamos 80 anos para você entender isso, então eu esperarei. Não vou a lugar nenhum. É tudo para mim. Você é tudo para mim. E eu não consigo fingir sentir menos do que eu sinto.Chris pra Lor no episódio 7.03.
Confesso, ele é um metrossexual sem noção e não combina com Stars Hollow, mas ele e a Lorelai são lindos juntos e isso é que importa. Dane-se o resto, exceto Rory. Ela não ficou chateada com o casamento e tudo o mais, então que eles sejam felizes. O Lucke que vá cuidar da April e ensinar a Anna a dividir.
Momento totalmente bobinho: ah, o Chris é muito lindo. Ainda mais dizendo tudo isso e com casamento em Paris e…
Sei que o Chris nunca esteve presente na vida delas, mas ele merecia uma segunda chance.
Eu acredito piamente que todos merecem uma nova chance, sempre. Que (quase) tudo é perdoável quando se fala de relacionamentos, afinal, somos todos humanos e cometemos muitos erros bobos… Especialmente por imaturidade. Identifico-me muito com o Chris. Somos dois eternos adolescentes bobinhos e teimosos.
*Esse post foi escrito antes de eu assistir aos episódios mais recentes. Só publiquei agora pois não gosto de spoilers. Sei que muitos ainda não haviam assistido aos episódios citados*
Hoje levei a Alice e a kei pra uma bandinha no MIX. Pode parecer um post à la querido diário, mas juro que a intenção é outra; quero falar sobre como os filhos crescem e ficam temperamentais.
Antes, íamos pra lá de carrinho. Ela até resmungava um pouco, mas era divertido. Nessa época, comprei o pufe que hoje ela chama carinhosamente de cama de elástica, por exemplo. Dávamos voltas, passeávamos, eu comprava camisetas, fazíamos um lanchinho… eu imaginava como seria bom quando ela caminhasse e fosse comigo pela mão.
Pobre mãe enganada… Agora que ela é uma mocinha e caminha muitíssimo bem, conseguimos ficar por lá cerca de quinze minutos. Tempo de eu encontrar a beatnik e comprar pilhas de presilhas de cabelo pra ela.
Depois de 300 pedidos de colo e mãe, quero coca, quero ir pra casa, quero meu piano, eu finalmente desisti e fui pra casa.
No meio do caminho:
- Mãe, a kei ficou? Eu quero ir pra lááááááááááááá.
Isso é pra vocês, amiguinhos, não dizerem que eu não avisei. Filhos são meigos e ótimos, mas existe o outro lado também.
Edit: como bem mostra esse vídeo. Só que há uma solução alternativa: a mágica palavra não, dita desde o nascimento, pode fazer milagres e impedir a situação retratada.
Eu não sei se Deus existe ou não. Ter esse conhecimento seria indiferente a mim agora. Eu já não posso mais deixar de pecar; sou humana! Alguém poderia me ensinar a fórmula para deixar de ficar mais cinco minutinhos na cama? Ou uma maneira de eu não me entupir de chocolates e docinhos? Pois é, tudo isso é falta grave; preguiça e gula.
Claro, existem os mais graves. Talvez eu os cometa, não sei. Eu não prestava atenção às aulas da catequese, parei na gula e na preguiça… Não sei se Deus existe e nem pretendo saber. Mesmo que Deus exista, eu acredito piamente no nada. Não há céu ou inferno. Há somente a terra, e ela é muito cruel.
A mim, para evitar o tudo é permitido, basta ter a certeza de que meus atos terão conseqüências. As conseqüências de meus atos já são um castigo - se divino ou não eu não sei. Sei que funciona. Se eu for muito preguiçosa, não irei a lugar algum na faculdade e serei demitida do estágio. Se eu comer muitos chocolates, terei dor de barriga.
Dirão vocês que o castigo nem sempre vem. Citam o cara de Match Point, filme perfeito, crime perfeito.
Na minha opinião, ele foi devidamente castigado. Perdeu para sempre a lindinha da Scarlett (Nola), matou o próprio filho, é esposo daquela chata… e sente-se culpado. Não pode haver castigo pior. A cadeia o livraria dos pensamentos que o atormentavam, pois ele já se sentiria punido.
A culpa é um ótimo castigo. Só que ela só existe se sentimos que fazemos mal a alguém.
Ontem teríamos correção de uma prova, à noite. Depois de um dia cheio, de uma prova pela manhã e tarde de trabalho árduo (rá). A professora esqueceu as provas. Bom, que me resta?
Hein? Ah, ir ao Iguatemi com a Loiva, oras. Observar as criaturas que iriam ao féchion uíque :P
Adoro essas coincidências que permitem um tempinho extra com as amigas…