Nous espérons que vous avez passé de bonnes vacances.
Nos cours commenceront le mercredi 07 mars pour les cours fixés du mercredi, le jeudi 8 mars pour ceux du jeudi, le vendredi 9 mars pour les cours du vendredi et samedi 10 mars pour les cours du samedi.
Nous avons une bonne nouvelle à vous donner : notre site marche bien et vous pouvez le voir au www.institutoroche.com.br
À bientôt,
L’Equipe du Roche
Ou: alguém cuida da Alie no sábado pra eu continuar meus estudos de francês?
GOETHE, Johann Wolfgang von.Os sofrimentios do jovem Werther. Porto Alegre: L&PM, 2006.
Gostei, até, apesar de o pobre demorar muito a se matar.
Ele mata-se por um motivo torpe, a Carlota é perfeita, ele e o Alberto são homens boníssimos.
A análise psicológica inexiste, praticamente. Ele apenas lamenta e lamenta.
Como já comentei aqui, estou mal acostumada por Dostoiévski. Ele me agrada por suas personagens; são seres humanos, nem bons nem ruins - ou melhor: simultaneamente bons e ruins.
Quando eu era pequena, julgava que quando diziam: ‘obra tal é complexa’, referiam-se a linguagem. Ou então que a história seria tão difícil que eu não compreenderia. Em absoluto! A complexidade das obras assim descritas está justamente na realidade das personagens. Oras, se os homens são complexos, por que raios a maioria dos escritores simplifica tudo numa dicotomia bem/mal, alegria/tristeza?
Ok, já tratei da bandinha aqui, mas hoje resolvi dissertar mais a respeito.
Sei que com o all music todos ficaram preguiçosos e não são capazes de falar mais de banda nenhuma em blog nenhum, mas sou conservadora e me prestarei a fazer o serviço sujo. Ela foi-me apresentada pela .julia, isso, essa dos links ao lado, estou com preguiça de escrever o código. É uma bandinha que faz músicas totalmente deprimentes e outras totalmente alegrinhas e bobinhas, ou seja, é a cara da Carla.
Ainda não baixei um cd e diversos singles, mas tenho o meu favorito: o single 5 songs, que contém as maravilhosas: oceanside, shiny, my mother was a chinese…, angel, won’t you call me?, I don’t mind e apology song. As em negrito me fazem chorar como um bebezinho.
Is it too late to tell you that I don’t mind?
Enfim, eu quero que vocês escutem essa do “Her Majesty”, que se chama Billy Liar, creio que já citada por aqui:
Há dez aninhos eu passeava feliz. Conheci um pouco a Bélgica, uma cidadezinha alemã, e, o que mais me encantou, Paris.
Na verdade é mais pelo choque: parece que foi ontem, ó clichê vagabundo. Minha garganta ainda dói, mas não cheguei àquela febre doentia. Aliás, acho que estou tuberculosa - mas isso é coisa pra outro post. A Genê, quem diria?, saiu da minha vidinha e hoje está de volta. Não, eu não uso mais aparelho. Ainda deixo de fazer os deveres, só não há mãe a ser chamada nem Maribel pra ir em seu lugar.
Espero voltar em dez anos. Nem que seja por uma semana, rá. Sonhar não custa.
Resolvi assistir a uma maratona de episódios de Gilmore Girls hoje, e o 6×20 chamou muito a minha atenção, por mostrar o início da relação Lorelai e April, filha do Lucke. A menina estava de aniversário e ao pobre pai não estava conseguindo organizar a festinha sozinho. Ele pedira à Lor que mantivesse distância do relacionamentos deles, mas pediu socorro. Ela ajudou e a festinha foi fantástica, digna de Lorelai Gilmore.
A mãe da April, Anna, quando descobriu, foi colocar o dedo na cara do Lucke e alegou que não conhecia a Lor. Pois a Lor foi até a loja dela e as duas conversaram. Anna disse que não gostaria que a April se relacionasse com ela pois eles são apenas noivos, podem se separar e ela deseja estabilidade pra filha, que nunca apresentou seus namorados à filha, essas coisas.
Eu pensava como a Anna há dois minutos atrás: que deve-se evitar apresentar namorados para os filhos, especialmente quando se acredita que durará pouco. Eu, particularmente, nunca tive reservas quanto ao outro lado; sei que ele busca relacionamentos duradouros e consegue. Já eu sou instável e duvido que algum namorinho meu vá longe.
Aí me dei conta de tudo o que eu perderia se meus pais tivesse agido assim, como a Anna sugere à Lor. Minha personalidade seria outra: eu aprendi a lidar com perdas, com a instabilidade, aprendi que relacionamentos não são perfeitos e não duram pra sempre.
Se bem que o que importa é a qualidade. Penso eu que elas têm uma vida sexual mais ativa por se relacionarem mais com meninos em campeonatinhos ou por serem mais nerds e… [preconceito = on] Só que são meninos que ãhmn… Enfim, não se deve esperar grandes atuações de nerds nesse sentido. [preconceito = off]
Falando sério, é como eu disse no supimpa dia desses: eu não jogo video game por ter péssima coordenação motora. Eu sei que é muito legal, muito divertido, mas… Todo mundo sabe que eu não tenho a menor habilidade com as mãos: minha letra é incompreensível, eu não sei desenhar, tudo o que eu corto fica torto, eu mexia o controle pro Yoshi pular, essas coisas. Depois de inúmeros vexames no Mário Kart eu desisti e hoje sou uma adulta fracassada. Ou não. Eu tenho tempo pra coisas mais divertidas.