Jan 30 2007
Tired
I don’t wanna stay here.
Mas eu queria era falar sobre como a vida nos prega peças e quase explode corações maternos. Queria era falar sobre como é difícil assitir alguém da família quando se tem filhos e mais gente pra atrapalhar que pra ajudar. Queria falar sobre como costumam zombar dos problemas alheios dizendo que não é nada. Como as pessoas esquecem rápido. Como podem esquecer? Como ele pode esquecer que o pai dele morreu da mesma forma que a minha mãe quase morreu?
Eu às vezes preciso parar de dar razão a ele.


E a coisa lá, apareceu?
Agora imagine alguém que tenha dez mosquetinhas perdidas por dia…
Não, não apareceu.
Sim, entendi tua crítica. Isso aqui tá muito “querido diário…”.
Pior que interessa. O movimento é muito maior que quando falo de literatura ;P
delírio persecutório.
¬¬
ok, ok, façamos de conta que eu não tenho razão. eles pediram-me que não te contrariasse.
Contrariar é perigoso… ahn? fiufiu
Puny, meu bem, somos todos porcos! Vivo dizendo isso. Ninguém liga pra ninguém e está todo mundo certo. Quando se preocupam, é só qdo ainda é novidade, depois passa. O negócio é não esperar nada da vida e, mto menos, das pessoas. Só espere da Alice e mande o resto se foder hihihi
Bjo!!!
este saite anda muito mal freqüentado.
Aliás,
vão estudar alguma coisa, e veremos se deixam de ser bestas:
http://www.fc.up.pt/fa/index.php?p=nav&f=books.0223.W_0223_000004#faimg
não acredito mais em sonhos mesmo! Não me bastasse sonhar que ganhava na loteria e não ganhar, sonhei nesta noite que aqui havia dez comentários… Onde estão os outros?
ah? viu o que os portugueses fizeram? digitalizaram tudo! Deve ser divertido ler monografias de mil quinhentos e tanto…