Nov 16 2006
Ah,
leiam mais aqui. Tudo começou com um quiz.
Nov 16 2006
Mais mais mais.
Caramba, sei nada sobre nada! Não é piadinha da Daiane, eu juro. Simplesmente acredito nas coisas por puro empirismo, não tenho nenhum embasamento para repudiar o autoritarismo e acreditar em escolhas individuais, por exemplo.
Ainda não sei responder se eu sou essencialmente alguma ou se, vermelhamente falando, sou um simples fruto do meu tempo, da sociedade e do ambiente. Eu sinto que sou contra isso, mas não sei explicar o motivo. Claro que alguma influência há, mas se fosse verdade seríamos todos iguais e pensaríamos todos basicamente da mesma forma. O planeta é o mesmo, ainda mais com a tal da globalização. Como irmãos, melhores amigos, colegas de trabalho são tão diferentes?
Preciso ler, preciso ler, preciso ler. Sim, ler é preguiça. Eu tenho um cérebro, acho, e poderia pensar tudo isso “por mim”. Só que fundamentar minhas crenças em algo já escrito por alguém muito mais sábio me parece mais sensato.
William, pode começar a indicar bibliografia.
Nov 16 2006
Dia 3 completei um ano de retorno à blogosfera. Era um blogger, mas migrei pro wp e tá tudo aqui.
Não vou dar link e não recomendo a leitura dos primeiros posts. Se bem que minhas frases estavam melhores… Pudera, tinha aulas com o Moreno sempre. Incrível como eu desaprendo rápido. Ontem peguei os livrinhos do Gabarito e dei uma boa revisada, pois meu artigo da Samile estava muito primário! Frases soltas, estilo blog. Triste.
O que mudou em um ano, além do meu português? A minha euforia diminuiu. Há um ano, eu tinha uma vontade de viver, de sair, de aprender… Hoje eu meio que perdi isso tudo. Há uns seis meses, na verdade, isso vem acontecendo. Espero que seja apenas uma fase ruim. Final de ano é sempre algo meio desagradável. E eu vivo de mudanças. Há um ano, exceto pela FABICO, minha vida é relativamente a mesma. Isso tá me matando, hahaha.
Nov 16 2006
Desafio proposto pela .Ju
Hmmm… Só seis?
Primeiro as piadas:
1. Eu sumo com colegas
2. Sou uma porca-capitalista
3. Sou esforçadinha
4. Nada tenho a ver com a ida de pessoas a puteiros. Divirtam-se - ou não ;P
Falando sério…
1. Fico magoada por tudo.
2. Passo dias remoendo uma besteira que eu disse. Caso eu dissesse, por engano e seriamente, que a capital do Brasil é Boi nos Ares, me martirizaria com chicotes por um mês. Ainda lembro de besteiras que eu disse aos 11 anos.
3. Sempre peço pra me criticarem, mas odeio ouvir uma crítica. Levo mais um ano pra me recuperar. E vou me esforçar muito pra melhorar. MUITO mesmo, do tipo doença.
4. Sou filosoficamente passional. Sempre digo que tudo é relativo e tal, mas quando eu creio em algo eu CREIO em algo e fico nervosa e irritada quando preciso discutir esse tipo de coisa. Pobres das minhas colegas que me agüentam rosnando contra reds.
5. Eu sou feia. Dã. Críticas a minha aparência são as únicas que não magoam. Ou já teria quebrado todos os espelhos.
6. Eu me preocupo DEMAIS. Com os outros, com coisas pequenas, com o futuro, com o passado, com o que minha filha vai achar do meu cabelo, com a entonação da minha avó ao telefone, com a cor da cortina, com a política, com o GRÊMIO, com minha formação acadêmica, com minha cara de sono. Principalmente, com cada conseqüência dos meus atos. Até porque, quando eu penso: “ah, não vai dar nada, não te preocupa, Carla!”, dá merda. Das grandes.
Propor esse desafio?Eu queria mandar pro sem-nome, mas ele não usa mais internet* e nhé nhé. Eu queria propor a tanta gente… Mas vou deixar pra amanhã. Ah, 7o e último defeitão: eu procrastino demais. E sou exagerada e não gosto de terminar frases e sou ansiosa e…
*sim, estava errado.
Hm, a Ju já mandou o desafio pro Marcus e pra Guada. Vou mandar para ninguém.
Proponho o seguinte: quem ler e quiser fazer, faça. Estou propondo a todos os meus leitores, e podem aceitar ou não, oras!
Nov 15 2006
The summer is here at last
The sky is overcast
And no one brings a rose for Emily
She watches her flowers grow
While lovers come and go
To give each other roses from her tree
But not a rose for Emily…
Emily, can’t you see
There’s nothing you can do?
There’s loving everywhere
But none for you…
Her roses are fading now
She keeps her pride somehow
That’s all she has protecting her from pain
And as the years go by
She will grow old and die
The roses in her garden fade away
Not one left for her grave
Not a rose for Emily…
Emily, can’t you see
There’s nothing you can do?
There’s loving everywhere
But none for you…
Her roses are fading now
She keeps her pride somehow
That’s all she has protecting her from pain
And as the years go by
She will grow old and die
The roses in her garden fade away
Not one left for her grave
Not a rose for Emily…
Alguém me faça parar de ouvir essa música, por favor?
Parece que faz referência a um livro. Procurem no Google e se divirtam.
A banda eu já ouvia há muito tempo, indicação da Julia. Voltei a ouvir por ter enjoado das de sempre. Caso alguma alma caridosa queria indicar-me algo nesse estilo ou novo mas na mesma linha, faça-o nos comentários. Obrigada desde já.
Nov 12 2006
Nov 12 2006
Fui ao teatro, ontem. Muito boa a peça. Recomendaria mais se hoje não fosse o último dia.
Fiquem com a resenha do Terra, to com preguiça. E esse não é o motivo do post.
Gostaria de dizer que, ao contrário de Helena, desisti e vou continuar procurando.
Eu pretendo trabalhar buscando. Buscando e arrumando informações. Sempre procurei. Sou muito avoada para deixar tudo no lugar certo, me perco e procuro.
Eu preciso continuar procurando. Sempre. Eu nasci pra procurar. Não me dou por satisfeita se não perco alguma coisinha todo dia, nem que seja um isqueiro. Só pra revirar a casa e procurar. Claro que não é consciente isso, mas acontece. Todo dia eu procuro por algum objeto insignificante e por alguém como eu. Ou melhor, alguém que encontre. Deusmelivre de achar alguém que também viva de busca! Eu quero a solução: alguém que viva a encontrar.
Eu recuperaria todos os meus isqueiros, meus guarda-chuvas, minhas moedinhas, meus cigarros, minhas canetas, minhas lixas de unha. Minhas cartas, meus contatos no msn (?). Minha auto-estima, minha sanidade mental e aquele site visitado ao acaso
Encontraria até o tempo, esse maldito que foi-se embora para nunca mais voltar.
Enquanto esse ser divino que tudo encontrará não cair do céu na minha cabeça, eu procurarei.
Nov 10 2006
Ando muito enjoada pra escrever, portanto, fiquem com o meu silêncio e com os Beatles: