Nov 05 2006
Nas últimas
Fragmentos do Fitzgerald, O último magnata (1941c, p. 252-253), versão pocket:
*o terrível e ruidoso barulho da ausência dele*
*garota semelhante a um disco, sem nada do outro lado*
*a tragédia daqueles homens é que nada, em suas vidas, tinha ultrapassado as camadas da superficialidade*
Finalmente terminei. Pesado livro. Cansativo. O cara escreve bem demais! Que atmosefera! Pesado pois eu me sentia como o Stahr: morrendo do coração a cada dia.

