Archive for October, 2006

Oct 05 2006

Azarada

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Acordei cedo, feliz por não me atrasar. Quinta é dia de chegar no horário ou levar falta. Embananei-me com Alice, pra variar. Saí correndo, esqueci minha pasta com todas as folhas dentro.  Pensei: paciência, ainda tenho a presença… Na aula, tudo parecia normal. Até eu me dar conta que havia pisado em… Enfim, pisei na merda. Não há eufemismo capaz de resolver isso. Eu já estava estressada, aí piorou. Explodi, tratei mal minhas pobres amigas, etc.

Desisiti da aula, fui embora. Na hora de pegar o ônibus, o vejo partindo… t1 atrás do t1d.

Que fazer? Fumei um cigarro, respirei, esperei, passou o próximo. A viagem foi tranqüila. Desci e começou a chover.  Tocava “hey jude” no ipod. Quem me conhece sabe como reagi, hahahahaha

Agora sou só risadas, né? Acordei com o pé esquerdo e pronto. Preparem-se, mais bizarrices serão postadas ao longo do dia.

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Oct 04 2006

Estava tudo tão bem…

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… até te ver online.

Dá um romance, uma música, uma poesia…

Vamos, dei a idéia, criem alguma coisa!

(Algo no estilo Logs de amor, só pra eu dar risadas!)

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Oct 04 2006

Referências

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1. AZEVEDO, Reinaldo. O blog recomenda. In: _____. Blog do Reinaldo Azevedo, [S.l.], [post 15], 2 out. 2006. Disponível em: http://tinyurl.com/fs4p7.
permanentemente, aqui:

http://www.reinaldoazevedo.com.br/arquivos

/2006_10_01_reinaldoazevedo_archive.html#115982667529340796

2. Texto completo:

Amontoam-se na democracia brasileira problemas conceituais e operacionais. Não estou dizendo que o sistema de governo e as regras do jogo político, incluindo a lei eleitoral, a lei orgânica dos partidos e o sistema de representação estejam longe da perfeição. O que estou afirmando é que estão perto demais da imperfeição absoluta. Há pouca coisa para piorar. Nesse pernicioso contexto, que muito contribui para o desalento popular com a política, para o descrédito da democracia, para a péssima imagem dos que se dedicam à vida pública e para a institucionalização da corrupção, as pesquisas de opinião se atravessam como mais um gravíssimo complicador.Antes do surgimento das pesquisas, o conteúdo das urnas constituía segredo inviolável. Os votos eram contados depois da eleição. A esperança era a última que morria no coração dos candidatos e seus eleitores. Com a divulgação das pesquisas, os votos são, em tese, somados antes do pleito. Não é mais a convicção do eleitor que determina seu voto. Em incontáveis ocasiões, ele deixa de votar em quem efetivamente deseja ver eleito para optar por quem lhe informam que vai ganhar ou contra quem ele quer ver derrotado. Não é mais a preferência dos contribuintes para as campanhas que determinam doações (sem as quais, no atual modelo, não se mobilizam as máquinas partidárias), mas é a posição dos candidatos nas pesquisas que define o fluxo dos recursos. As pesquisas são as novas senhoras da democracia brasileira.Ano após ano, eleição após eleição, os institutos erram. Erram escandalosa, flagrante e desavergonhadamente. E, nem por isso, deixam de se apresentar no pleito seguinte, como arautos da vontade popular. Transformam cada eleição numa sucessão de suspeitíssimas eleições, influenciando a opinião pública e determinando votos com força infinitamente superior à qualificação dos candidatos, de suas mensagens e campanhas.Passado este pleito, cabe indagar: a) o resultado da eleição presidencial seria o mesmo não tivessem as pesquisas assegurado, por tanto tempo e larga margem, a eleição de Lula no primeiro turno? b) Olívio Dutra não está no segundo turno estadual gaúcho graças a um movimento dos eleitores, influenciados pelas pesquisas, que visavam exatamente o contrário? c) em que proporção isso serve à nossa frágil e, por diversas razões, incompetente democracia?

Penso que está na hora de cobrar uma trégua à divulgação de pesquisas eleitorais. Elas se substituem ao desejo do eleitor e se transformaram em novas soberanas da vontade popular. Errar é humano. Errar como erram certos institutos de pesquisa é diabólico.

Publicado em 03/10/2006

PUGGINA, Percival. Quem não ajuda não atrapalha. Jornalista Diego Casagrande, [Porto Alegre], [artigo 3], 3 out. 2006. Disponível em:

<http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?do=Wm14aGRtOXlKVE5

FWVhKMGFXZHZjeVV5Tm1sa0pUTkVNamN3TURSTFFRPT1aeFAySg==>

Acesso em: 3 out. 2006.

3. MOURA, Paulo G. M. de. O marketing terrorista de Lula e Olívio no 2° turno. Jornalista Diego Casagrande, [Porto Alegre], [manchete da capa], 5 out. 2006. Disponível em:

http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?do=Wm14aGRtOXlKVE5FYldGdVkyaGxkR1Z6Sl

RJMmFXUWxNMFF4TWpVNU16UkxRUT09WnhQMko=

4. OLIVEIRA, Osvaldo. [História fictícia sobre o Lula]. Estamos Falando Sozinhos, Eu Falo Sozinho, post 24808, 11 out. 2006. Disponível em: <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=70934&tid=3771732&na=2&nst=15>

Acesso em: 11 out. 2006.

5. Porque acredito que os bibliotecários têm futuro. Oitenta e Cinco, Portugal, post 1456, 20 fev. 2006. Disponível em: <http://blog.janjos.com/archives/001456.php>. Acesso em: 15 out. 2006.

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Oct 03 2006

Pesquisa?

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Eu não quero ver mais nenhuma!!!

Ainda mais depois do que deu aqui no Estado…

Concordo com .Julia e com esse texto aqui:

as pesquisas de opinião se atravessam como mais um gravíssimo complicador.

Antes do surgimento das pesquisas, o conteúdo das urnas constituía segredo inviolável. Os votos eram contados depois da eleição. A esperança era a última que morria no coração dos candidatos e seus eleitores.

Com a divulgação das pesquisas, os votos são, em tese, somados antes do pleito. 

Não é mais a convicção do eleitor que determina seu voto. Em incontáveis ocasiões, ele deixa de votar em quem efetivamente deseja ver eleito para optar por quem lhe informam que vai ganhar ou contra quem ele quer ver derrotado.    

Não é mais a preferência dos contribuintes para as campanhas que determinam doações (sem as quais, no atual modelo, não se mobilizam as máquinas partidárias), mas é a posição dos candidatos nas pesquisas que define o fluxo dos recursos. As pesquisas são as novas senhoras da democracia brasileira.”

Texto completo na seção de referências.

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Oct 02 2006

Copiando descaradamente

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O Reinaldo, mas tá imperdível:

Agora, com dois candidatos na parada, este blog sugere a seus leitores que votem:
- no triunfo do Estado de Direito;
- a favor da alternância de poder;
- contra o aparelhamento do Estado;
- contra as tentativas de cercear a imprensa
- contra o uso de instâncias do Estado para defender um partido e um candidato;
- contra a compra do Congresso;
- contra o arranca-rabo de classes;
- contra o pobrismo;
- contra a indústria da miséria;
- contra a mitificação da ignorância

Este blog recomenda o voto em Geraldo Alckmin.

fonte: Blog do Reinaldo Azevedo. Referência completa aqui.

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Oct 01 2006

Bobagem coletiva

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Eu e mais 200 mil eleitores do Rigotto olhamos a pesquisa do cpcp, infalível. A Yeda poderia ir pro segundo e o Olívio ficar pra trás. O que pensamos nós, tolinhos? Votemos em Yeda! O Rigotto tá lá certo; tiramos o Olívio da jogada e fica tudo lindo.

Lindo uma ova. Yeda faz votação histórica pro PSDB-RS, Rigotto fica de fora e a praga vai disputar o 2o. turno. Claro, a Yeda vai fazer uma votação esmagadora. Sim, tem muita gente que não gosta dela, mas é muito mais fácil os votos do Rigotto e do Turra transferirem pra ela que pro Olívio.

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Oct 01 2006

Risadas, muitas risadas

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Quer ver algo non-sense?

Sugiro kika, do Almodóvar. Impagável.

kika

Agtradecimentos à dona lilly, que andou quilômetros para trazer isso até a minha casa e à dona carol, que achou sábado um bom dia pra aparecer aqui  :D

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