Aug
08
2006
Hã… Voltei pra BFArq. 20 horas, salário de bolsista. Eu gosto, né? Masoquismo é o nome disso. Ah, mas o ambiente lá é bacana, e eu aprendo muito por lá. Muito mesmo. Aprendo de tudo, aliás. Ah, estou fazendo um monte de cadeiras. As seis obrigatórias, que já não são bolinho, e francês instrumental de tarde. Eu devria é fazer espanhol/alemão/russo instrumental, mas eu não quero ir pro vale e fiquei com preguiça de aprender algo novo. melhor reouvir a ladainha que eu já conheço e gosto. Quem sabe não melhoro minha escrita?
E ainda tem ele, o miserável concurso do TRT. O bom é que minhas chefes - porque eu troquei de chefe, mas a anterior eu ainda considero como se fosse - também vão fazer. Para bibliotecárias, claro, mas vão. E a prova única é a mesma. E elas nunca mais estudaram matemática. Enfim, quem sabe eu consiga estudar um pouco no meu tempo livre por lá. Em casa, tem jeito, não. terminei uma penca de livros, comecei outros tantos nas férias. Ainda não atualizei direito minha lista do blogue, nem publiquei minhas impressões aqui!
Ao Hemingway: gostei d’O Velho e o Mar. Gostei bastante, mas não tanto quanto eu imaginei que gostaria. Basta entender o que eu senti quando li Crime e Castigo. O segundo que eu ler do Ernest será melhor, estarei masi realista em minhas expectativas. Comprei os Maias em pocket, que eu queria ler há tempos. Comprei um do Zola, que não é o Germinal, só pra dizer que eu li o Zola. Conheço-me, e sei que não vou gostar. Tmabém comprei um do Fitzgerald. Quando eu terminar de ler, prometo começar a ler Dieckens, viu, Ju? Mais todos os outros que tu indicaste, exceto a das Laranjas. Recuso-me a voltar a ler esse cara.
Que post longo, eu deveria dividir em dois. Dane-se, meu café tá pronto.
Aug
06
2006
Vejo que muita gente acessa isso aqui procurando uma forma de apagar todos seus scraps de uma vez. Pois bem,
NÃO HÁ COMO.
Utilizem um mouse e um bom tempo. Apaguem um por um, como eu fiz. Salvem os mais engraçados/bonitinhos/meigos/queridos utilizando um botão que está no teclado chamado printscreen, depois abram o paint ou qualquer coisa do gênreo e apertem ctrl+v. Não, isso não é um botão único, são dois botões. Segure o ctrl. Isso, amiguinho! Agora a letra v. Viu, tu consegues!
Qual é a dificuldade? E explique-me: qual a dificuldade de entender que o google não é um f.a.q., um ser humano, um respondedor de perguntas? Usem palavras-chave para fazer uma pesquisa! Ponto de interrogação, não!
Pronto, desabafei. Ah, falta uma coisa: quando forem pesquisar algo no SABi, não esqueçam de anotar em QUAL MALDITA COLEÇÃO está o MALDITO livro/folheto/artigo! Já cansei de procurar por livro quando deveria procurar um folheto!!
Aug
05
2006
Apaixonem-se e deliciem-se com o gajo português que não é nenhum Cristano Ronaldo, mas me deixa embasbacada. Graças a - guess who? yeah! - sem-nome, agora posso lê-lo em seu próprio site, com meus textinhos favoritos por ali. Ah, leiam este, em especial.
Ele fala de literatura de uma forma tão… Ele é tão… Ah… Eu não tenho palavras pra explicar. Só posso dizer que, quem conhece figura jovem, carismática com alguns/arrogante para maioria, pode perceber que são bem semelhantes. Eu diria, agora, passado bom tempo, que o segundo a-d-o-r-a-r-i-a ser o primeiro, apesar de talvez nem saber que exista JPCoutinho.
Sobre o texto que linquei: a Bovary não é uma putinha, Flaubert! A Bovary não é uma putinha, Coutinho! Ela é apenas uma mulher. Interpretem como quiser. Não, meninos iludidos: nenhuma presta. Temos a oportunidade, pimba! Não, não me iludo: vocês são iguais! Atirem a primeira pedra; discorro sobre o assunto e provo que estou certa.
Aug
05
2006
Sim, totalmente clean e minimalista. É o tema mais customizável do WP, mas é preciso pagar se quiser editar o CSS. Até agora, é o único que considero perfeito e que atende a todas as minhas necessidades. Ficará sem cor e sem nada até que alguma alma caridosa resolva financiar meu blogue, hahaha. Sinceramente, nem eu acho que minhas besteiras servem pra alguma coisa. Portanto, sintam-se em um site de 1995.
Aug
05
2006
Não, nada de Adult Swim ou Bob Esponja. Desenhos de adulto, pra mim, são aqueles que passam no Discovery Kids e ensinam os pais a cuidarem de seus filhos, ou que, pelo menos, servem para dar algumas dicas.
Há um novinho nessa categoria: Charlie e Lola. Ele é o irmão mais velho. Ela, uma terrível menininha na idade dos 5 anos. por quê? e Não quero! são as frases mais proferidas. Muitas fantasias também povoam a cabecinha da moça. O Charlie lida com ela muito bem; os pais nunca aparecem no desenho, mas são freqüentemente citados. O mocinho, de uns 8, 9 anos, resolve todos os problemas com ela muito bem, com muita criatividade e paciência. Paciência clássica dos irmãos mais velhos, diga-se de passagem ¬¬ Enfim, gostei muito desse, me deu boas dicas sobre como reagir quando a Alice não quiser dormir ou escovar os dentes.
Outro que é muito bom e que apresenta soluções igualmente boas - com um toque de realismo muito maior - é o Caillou. Sim, é um desenho francófono. Pronuncia-se “caiul”. Dá uma boa idéia do dia-a-dia de uma família classe média com dois filhos pequenos, 4 e 2 anos, casal típico e relativamente paciente. o toque de realidade está nos pitis que às vezes um dos pais tem quando está com as crianças e o choro/manha constantes da rose, irmã mais nova do Caillou.
Resumindo: queres criar uma criança de forma mais ou menos razoável? Aprenda com o Discovey Kids!
Aug
04
2006
Eu escrevi um texto pra publicar ontem. Só que faltou coragem e cara-de-pau. O sem-nome leu e também achou que não devo cometer essa insanidade tão explicitamente. Tá, ele não disse isso exatamente, ele disse apenas que achava que eu não deveria publicar.
Era algo sobre como alguns trechos de ruas me afetam mais que determinada rua inteira, apesar dos pesares e das minhas conclusões anteriores sobre o assunto.
Sobre isso e sobre toda a minha vida, bastará dizer que:
E é sempre melhor o impreciso que embala que o certo que basta, porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta, e nada que se pareça com isso deveria ser o sentido da vida…
Robert Musil, in: O Homem sem Qualidades.
Aug
04
2006
- Quem sabe… Acho melhor não. Fiquemos assim.
Aug
04
2006
- Bah… se pah. Mas acho que não eras.