Aug
24
2006
Sonhei com muitos doces. Acordei salivando, passei a manhã pensando em comida. Aí fui no Zaffariô tristeza. Um sonho, muitos biscoitos, um quindão, dois potinhos de musse de cholate… Cheguei em casa e quase desisti do almoço. Fui forte e comi o caldinho de feijão do Ignacio’s. Depois, comi os dois potinhos de musse e duas fatias de quindão, generosas. Eu queria mais, mas me contive bonito. A overdose rendeu uma hora de sono. acordei porque precisava trabalhar, só que eu não tinha condição alguma pra isso. Sério, overdose de açúcar pode ser fatal :P Pra concentração, pelo menos. Flutuei até a arquitetura, sme ter noção alguma do que ocorria a minha volta. Lá, a Carmem falva comigo e eu não entendi metade das ordens. aind abem que estava quase tudo anotado. Fui pro xerox e acho que as luzes de lá me acordaram, além de tagarelice com o Alexandre, sempre tão simpático.
Enquanto eu conversava com ele, pensava em cancelar ou não o francês instrumental. Ainda não rodei por falta, o que é incrível. Bom, como não é possível cancelar mais - maldita ufrgs! -, eu decidi não rodar por falta. FF seria muito ruim pro meu ordenamento, e eu gosto de ser a primeira em tudo o que faço :P
Como vou viver sem ter um turno livre por semana? Simples: farei as atividades escolares e do roche à tarde. Supermercado, compras diversas e coisas afins nos finais de semana. Alice já está grande e pode me acompanhar. Ou eu convoco uma das avós. Elas têm mais tempo livre que eu. Cortar cabÊÊÊÊlo e coisas de salão? Basta ficar um dia sem almoço! (mentira, sempre dá pra tomar uma sopinha na bfarq ou comer um salgado por lá, não que seja exatamente um almoço, enfim).
A decisão mais importante é comer doces, comê-los em demasia e dormir menos. Já que a bstinência e o retorno aos doces me deixa tão mal, o melhor é eu atingir o equilíbrio: uma barra de chocolate por dia mais um quindim por turno acho suficiente, hahaha
Aug
23
2006
Estava ontem sem dar sinal de vida. Hoje, no encontro eupodo, eu levei-o para Doutora .Julia dar uma espiadinha no moço. E não é que ele saiu do coma?
Tri massa? Ju, massa é pouco!! 
Aug
23
2006
Um dia aleatório, eu não o conhecia, vocês vinham abraçados. Tu nos apresentou, disse que vocês vinham de sei lá aonde e que estavam cansados. Eu ia a lugar algum. Pensei: a srta. tem sorte, sempre teve.
E esqueci disso.
Esqueci até o dia em que, depois de todos os os outros caminhos, voltei por aquele, justamente para evitar os anteriores.
A grama do vizinho é sempre mais verde e a lembrança do gosto do morango é muito melhor do que o gosto do morango, pessoas.
Aug
20
2006
Desculpem, beibes. Meus dois últimos posts foram… enfim, vocês leram. Não foram atitudes positivas. Especialmente o último. É que eu me senti meio… sabe, os três parecem uma família perfeita, daquelas de cinema. Só sorrisos e sem alterações de humor. E eu sou assim, minhas tepeêmes, meus gritos, meus choros, minhas risadas estridentes. Tudo volúvel, volátil, em movimento. Ou parado, enfim. E minha mãe sempre tinha ataques do tipo: já que ‘ele’ é tão melhor, que crie vocês! E lá íamos nós, repetindo o pica-pau*, pra casa d’ele. Hoje, eu pensei: já que são tão melhores, já que parece tudo tão perfeito, levem-na, me deixem, quero fugir, quero sumir, quero morrer, quero dormir. Foi uma atitude muito d’ela. Ainda bem que Alice dormia e que ninguém estava por perto e que eu não disse o que eu queria dizer ao telefone. Só escrevi aqui, mas se lêem ou não não é meu problema. Aqui, eu sou rainha do meu mundinho, e, sem citar nomes, falo o que quiser, viu, ‘ele’? - o ‘ele’ é o meu ‘ele’, já citado anteriormente com mesma grafia. Só que, além de não a levarem como eu queria, ela não foi como combinado. Aí eu tive o segundo marisite-ataque. E escrevi o post abaixo depois de dois ataques marisite. É muito pra um dia só, eu sei. Mas agora? Agora chegaaaa! Não que não terei mais ataques. Fazem parte de mim como tudo, eles são meu “eu”. Só que agora eu compreendo tudo! Continue Reading »
Aug
20
2006
Como eu sou legal. Basta pedir que eu faço. Nunca mudo planos nem deixo ninguém na mão. Mesmo após me ralar em um concurso. Depois de sair de três horas e meia de tortura, depois de sentir as pernas fracas e o corpo doído, depois de constatar que o siso voltou a nascer e doer. Depois de chegar em casa e medir minha febre (38°C).
Depois de tudo isso, imaginava eu que teria umas horinhas de cama e sossego. Qual nada! Vou é engolir uns tylenóis, tomar mais uns cafés e esperar a Alice acordar. É domingo, e ela vai querer passear, ou brincar, ou coisas que crianças querem em domingos. Tudo isso porque mamãe sempre, sempre, sempre está disponível. Pra mamãe, não tem segunda chance nem arrego. Mamãe não pode ligar e dizer que pega Alice só na segunda porque pipipopopó. Mamãe é todo dia, né?
Ser legal, Carla? Sinceramente, isso é ser idiota. Bem feito, bem feito, bem feito.
P.S.: Vocês querem saber? Vou me arrumar, suportar a febre e levar Alice na CCMQ. Já que sobrou tudo pra mim, que pelo menos eu faça tudo bem feito, com sorriso no rosto. E feliz. Feliz porque eu tenho a filha mais coisa-fofa desse mundo!
Aug
18
2006
Eu estou estranha. Muito estranha. Além de vazia, estou rabugenta. Escuto Beatles a Buddy e não danço mais. Chocolate não me deixa mais risonha. Nem cappucino. nem outras coisas que fazem as pessoas rirem. Eu rio só do que não tem graça. A vida perdeu a graça. Nunca teve, by the way.
Vou dormir que ganho mais.
Aug
17
2006
Eu sei, é foto do inter. Sei que não poderei mais chamá-los de regional. Há mais de 40 ano o inter é regional, nada mudará isso. Até porque, américa é menor que o mundo, ainda estão na região, hehehehe. Só coloquei essa foto pelo seguinte: no quadrado maior, tem uma cria com a mão na cabeça. Pois bem, aquela cria que saiu na ZH é a praga que vai passar me torrando até que o GRÊMIO cale a boca deles com mais uma libertadores… maninho querido, ainda me deves uma baby look do GRÊMIO!
P.S.: No quadradinho menor, colorido, é ele também. Com a cabeça pro lado, ali ó. Não enxergou? Vai nos links aí do lado, zero hora, esportes, fotos de torcedores ou coisa do tipo.
Aug
16
2006
Enquete
Está na República, de Platão: “Ao fugir da fumaça da servidão sob um governo de homens livres, o povo acaba caindo, com a tirania, no fogo da servidão sob o despotismo de servos e, em troca daquela liberdade excessiva e inoportuna, é obrigado a vestir a túnica do escravo e a sujeitar-se à mais triste e amarga das servidões: a de ser servo dos servos”.
Das releituras abaixo, qual é a mais adequada e traduz melhor o trecho acima?
a) “Se é servo de servo, então não é servidão, ué. Ou seja: eu penso de que Nestpaiz vai indo bem. Todo mundo é companheiro e tem o direito de errar. — Lula
b) “Despotismo? Servos? É preciso ser firme. Ser claro. Dizer o que se pretende. Sem enrolar. Sem ambigüidade. Nós reduzimos o ICMS da farinha na República. E do pão de forma. E do macarrão também.” — Alckmin
c) “O povo só é servo de servo porque não percebe que cai vítima das elites vigaristas, trapaceiras, que se comportam como moleques de recado do presidente da República, que rouba R$ 70 bilhões por ano das mulheres e dos homens pobres do Brasil para pôr na mãos dos especuladores apátridas. Comigo, a única túnica que o povo vai vestir vai ser a do socialismo com liberdade, meus amores” – Heloísa Helena
d) “Hein?” — Bivar
e) “Direi tudo isso em uma única palavra: ‘é preciso que passemos a dar mais importância à educação no Brasil. Só a educação livra o homem da servidão’” – Cristovam Buarque