Archive for August 24th, 2006

Aug 24 2006

Google dominando a informação ou eu vejo o desemprego pra vocês

Published by puny under sem classificação

Google agora pesquisa também em catálogos de bibliotecas.

Isso, meus amores, quer dizer o seguinte: ninguém mais precisa acessar o catálogo da LoC. Pode procurar direto no Google. Quer dizer que as visitas que os sites de bibliotecas recebiam diminuirão. O que poderia ser fonte de lucro para as bibliotecas e que NUNCA FOI EXPLORADO, pode acabar. Parabéns, colegas librarians. Ainda há tempo para a salvação? Sim, enquanto o Google não comprar a LoC. Se isso ocorrer, eu vou soltar foguetes e rir muito. Claro que é impossível. O que pode acontecer é a concorrência. O Google já é uma biblioteca digital. Já que as físicas colaboram pouco ou nada, eles podem querer criar uma base física, por que não?  Já imaginaram como seria bacana uma biblioteca privada do porte da LoC? Pois é, eu acho que a dominação informacional das bibliotecas públicas, por conseguinte, dos governos, está com os aninhos contados. Democratizar a informação não é só enfiar miseráveis dentro de bibliotecas, é dar mais acesso a mais informação para o maior número de pessoas possível. Até para os analfabetos, ricos, pobres, surdos, cegos, cadeirantes. Sim, os ricos também são desinformados. Os ricos no Brasil também lêem pouco. A zelite também está à margem, também é refém da folha e da globo. A folha e a globo também carecem de informações. Por isso que eu digo que a coisa precisa ser de cima pra baixo, aqui sempre foi assim. Respondi as perguntas que eu não ia responder. Pior que li agora uns blogs de bliotecários e leio neles os mesmíssimos blás que escuto em sala de aula. Poxa, um ou dois fogem do pensamento manada. Mesmo assim, a grande discussão é aporcaria da nomenclatura, não uma forma de independência financeira das bibliotecas, de torná-las lucrativas, de torná-las culturalmente interessantes, de torná-las atraentes. os artigos, teses, livros, sobre marketing e biblioteconomia são poucos e bizarros. Um diz algo como vendem-se bibliotecas, acho que é um artigo. Vou olhar na FABICO amanhã, mas já estou certa de que, pelo tom pejorativo, coisa boa não é. Sinceramente, espero estar errada. Quero ver uma luz.

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Aug 24 2006

manada e biblioteconomia

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Eu sei que sou insana; sei que penso diferente da esquerdalha dominante. Sei também os problemas que isso me causa. Um deles é a minha vontade de escrever sobre algo e biblioteconomia. Só que eu não posso. Se eu fizer isso, serei taxada, em primeiro lugar, de louca. Depois, de neoliberal reacionária. Por último, de fdp.
Os exemplos são bem óbvios; as teles, a tv e o rádio. Por que, no Brasil, lemos tão pouco e assistimos tanto à tv? Por que aqui as coisas só funcionam quando estão longe de servidores públicos? Por que os museus dão tão mais certo que as bibliotecas como centros culturais?

As respostas doem e acabam com mamatas. Eu, que também quero ganhar 7 mil fazendo o que gosto, sme perigo de demissão, vou ficar na minha e ir com a manada. Uso até camiseta do Che e digo que sou pró-cotas. Princípios? Ninguém tem, ninguém vê o óbvio. Por que raios eu preciso salvar o mundo? Junto-me a eles.

Isso me fez lembrar da professora que, para defender “minoria negra e pobre de N. Orleans”, agiu como verdadeira Hitler: “se fosse com a judiazada do norte rico, já estaria tudo reconstruído”.

E eu achava que na Biblio não precisaria ouvir essas coisas…

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Aug 24 2006

doces e decisões

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Sonhei com muitos doces. Acordei salivando, passei a manhã pensando em comida. Aí fui no Zaffariô tristeza. Um sonho, muitos biscoitos, um quindão, dois potinhos de musse de cholate… Cheguei em casa e quase desisti do almoço. Fui forte e comi o caldinho de feijão do Ignacio’s. Depois, comi os dois potinhos de musse e duas fatias de quindão, generosas. Eu queria mais, mas me contive bonito. A overdose rendeu uma hora de sono. acordei porque precisava trabalhar, só que eu não tinha condição alguma pra isso. Sério, overdose de açúcar pode ser fatal :P Pra concentração, pelo menos. Flutuei até a arquitetura, sme ter noção alguma do que ocorria a minha volta. Lá, a Carmem falva comigo e eu não entendi metade das ordens. aind abem que estava quase tudo anotado. Fui pro xerox e acho que as luzes de lá me acordaram, além de tagarelice com o Alexandre, sempre tão simpático.

Enquanto eu conversava com ele, pensava em cancelar ou não o francês instrumental. Ainda não rodei por falta, o que é incrível.  Bom, como não é possível cancelar mais - maldita ufrgs! -, eu decidi não rodar por falta. FF seria muito ruim pro meu ordenamento, e eu gosto de ser a primeira em tudo o que faço :P

Como vou viver sem ter um turno livre por semana? Simples: farei as atividades escolares e do roche à tarde. Supermercado, compras diversas e coisas afins nos finais de semana. Alice já está grande e pode me acompanhar. Ou eu convoco uma das avós. Elas têm mais tempo livre que eu. Cortar cabÊÊÊÊlo e coisas de salão? Basta ficar um dia sem almoço! (mentira, sempre dá pra tomar uma sopinha na bfarq ou comer um salgado por lá, não que seja exatamente um almoço, enfim).

A decisão mais importante é comer doces, comê-los em demasia e dormir menos. Já que a bstinência e o retorno aos doces me deixa tão mal, o melhor é eu atingir o equilíbrio: uma barra de chocolate por dia mais um quindim por turno acho suficiente, hahaha

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