Aug 20 2006
Parei, parei.
Desculpem, beibes. Meus dois últimos posts foram… enfim, vocês leram. Não foram atitudes positivas. Especialmente o último. É que eu me senti meio… sabe, os três parecem uma família perfeita, daquelas de cinema. Só sorrisos e sem alterações de humor. E eu sou assim, minhas tepeêmes, meus gritos, meus choros, minhas risadas estridentes. Tudo volúvel, volátil, em movimento. Ou parado, enfim. E minha mãe sempre tinha ataques do tipo: já que ‘ele’ é tão melhor, que crie vocês! E lá íamos nós, repetindo o pica-pau*, pra casa d’ele. Hoje, eu pensei: já que são tão melhores, já que parece tudo tão perfeito, levem-na, me deixem, quero fugir, quero sumir, quero morrer, quero dormir. Foi uma atitude muito d’ela. Ainda bem que Alice dormia e que ninguém estava por perto e que eu não disse o que eu queria dizer ao telefone. Só escrevi aqui, mas se lêem ou não não é meu problema. Aqui, eu sou rainha do meu mundinho, e, sem citar nomes, falo o que quiser, viu, ‘ele’? - o ‘ele’ é o meu ‘ele’, já citado anteriormente com mesma grafia. Só que, além de não a levarem como eu queria, ela não foi como combinado. Aí eu tive o segundo marisite-ataque. E escrevi o post abaixo depois de dois ataques marisite. É muito pra um dia só, eu sei. Mas agora? Agora chegaaaa! Não que não terei mais ataques. Fazem parte de mim como tudo, eles são meu “eu”. Só que agora eu compreendo tudo! Continue Reading »

