Archive for August 12th, 2006

Aug 12 2006

Paul pra vocês

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Dessa vez, o lindo do Macca. Com os outros besourinhos, lógico:

edit: deletado pelo youtube

Especialmente pra minha amigona Ju.

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Aug 12 2006

Pra não dizer que não falei do homi:

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Candidato, explique-se

Leiam isso aí e lembrem-se do modo petista de governar… Não me digam, como li nos comentários, que autoritário é o Reinaldo que não deixa passar comentários petralhas. Comentário em blogue é uma coisa. Cada um tem o seu e permite o que quer. Eu não deixo passar certos comentários, por isso que demora pra vocês verem o que comentam aqui publicado. Agora, querer mandar na imprensa é coisa bem diferente, né, Zé?

Eu me recuso a comentar o voçuguia na Globo. Foi ridículo, que mais vocês esperavam dele?

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Aug 12 2006

Trilogia de N.Y.

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Leiam Paul Auster; leiam a trilogia de N.Y.. Vale nem que seja por esta passagem:

Existimos pra nós mesmos, talvez; até podemos, de vez em quando, vislumbrar quem somos. Mas, afinal, nunca podemos ter certeza e, à medida que continuamos a viver, vamos nos tornando cada vez mais opacos, cada vez mais conscientes da nossa própria incoerência. Ninguém é capaz de atravessar a fronteira do outro, pelo simples fato de que ninguém consegue ter acesso a si próprio.

Andei pensando no Castel. Ele diz que matara a única pessoa capaz de compreendê-lo. Pois bem; Maria o compreendia, mas ele nunca compreendeu nada em Maria. Se Castel não a compreendeu, tampouco nós temos as condições necessárias para compreendê-la, já que El Túnel é narrado em primeira pessoa. Como Maria conseguiu compreendê-lo? Ela deveria ter acesso a si própria, coisa que claramente Castel não tem.

Eu nisso tudo? Eu ando vazia, está superfácil me entender. Se alguém o quiser, que seja agora. Duvido que eu passe por outra fase igual a essa novamente. Só penso em ler, estudar um pouco, trabalhar e rir. Claro, na Alice. Além dessas coisas, nada mais faz diferença. Se tenho companhia, se não tenho, se estou feliz ou triste, se me faço entender ou não. Eu só quero estudar, ler, trabalhar e rir. Mais simples, impossível. O que me lembra que sou “siiiiimples sim, suave coisa… suave coisa nenhuma!”

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