Archive for June, 2006

Jun 16 2006

Cheeeeeeeeeeeeeeega

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Leia na volta: já gastei muito neste mês, criatura.

Além do mais, eu preciso da tua ajuda pra estudar pro concurso, preciso dos teus links pra me manter informada (tá, eu sei ler, eu sei procurar coisas, mas é tããão mais fácil quando tu fazes o serviço sujo :P), preciso parar de mandar sms e de te ligar.

Ou seja, volta!

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Jun 16 2006

Tudo pro alto!

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Era uma febre pequena, ela já estava medicada. Poderia muito bem tê-la deixado lá, não haveria nada de errado nisso. A maioria dos pais faz. Ainda se a menina estivesse em chamas, mas eram "míseros" 37,8°C.

Só que eu me coloquei no lugar dela. Como eu me sentiria se estivesse com febre e minha mãe achasse que aquilo não era nada demais? Além disso, eu me sinto culpada por cada tombinho dela, por cada tossida, tudo. Cada espirro dói na alma. Exagero? Caramba, só quem é pai ou mãe sabe como a gente gosta dos filhos e como cada coisinha minúscula parece uma tempestade quando é com o rebento. 

Enfim, realizei apenas metade do que estava previsto pra hoje (ou seja, final de semana fazendo tópicos pro trabalho de HRH e terminando o do Marx), liguei pra BFarq e terei mais umas 3, 4 horas pra compensar na semana que vem, mas… Quem se importa? Eu, definitivamente, não. Quanto mais tempo com meu amorzinho, melhor.

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Jun 16 2006

Casa

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Eu reclamava que, mesmo estando em minha casa, nunca me senti à vontade. Sério, nunca me senti bem em casa materna ou paterna. Comecei a morar fora, em uma casa com tudo pensado por mim. Seria minha, do jeito que eu quisesse e como o dinheiro permitisse. Apesar de ter dado tudo certo e de ela ser praticamente perfeita pra mim - levando em conta minhas posses -, eu ainda não me sentia em casa. Qual minha definição de casa? Lugar aconchegante e acolhedor; lugar em que podemos chorar em paz. As Dores foi minha casa por muito tempo. Ao sair de lá, fiquei bem até, afinal, eu nunca mais chorei daquela forma. Descobri que nunca mais chorarei daquela forma. Eu mudei, hoje não preciso mais de uma casa pra chorar, de um lugar aconchegante. Hoje eu choro por dentro. Hoje meu corpo é minha casa. Me sinto bem em qualquer lugar, e minha casa agora é… minha casa.

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Jun 15 2006

Ditado

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Engraçado, apenas. Não concordo com ele, mas…

 "Mais vale um canalha na mão que um 'amigo' bonzinho "

autoria desconhecida, ouvi hoje por aí… 

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Jun 14 2006

No que estou me metendo?

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Resolvi tentar a sorte (sorte? acho que não é questão de sorte, não…) e prestarei o concurso do TRT. Noções de informática, português, redação, matemática e noções de Direito é o que estudarei por uns 2 meses. Fiz as contas: terei, no mínimo, 170 horas pra estudar. Eu sei que eu sou capaz, sei que quando eu enfio a cara nos livros eu consigo - vide prova da Escola Técnica ano passado, estudei por duas semanas e fui 3º lugar! UFRGS neste ano, então? Tá, não fiz a maldita média pra Direito, mas foi por décimos. Nunca esperava que com a miséria de conhecimentos que eu tinha e com a farra que eu fiz no último semestre eu tiraria 1° lugar no curso.

O título também vale pra outra coisa. Não digo o que é nem amarrada. Ela entende. Entede?

Voltando ao concurso; se eu passar e for chamada, começam os problemas reais. Ok., se for pra outro lugar que não POA, eu abdico do cargo. Digamos que eu consiga a façanha de ir bem, ser chamda e pra POA, ainda por cima. Provavelmente, o horário de trabalho será das 9h às 18h. O problema? O problema é FABICO. Aliás, não toda ela, apenas o BI. E suas aulas matinais. Como farei? Troco pra arquivo, que é noturna? Mas eu não gosto de arquivo!!!! Eu quero biblio!!! Além disso, eu não posso estudar todos os dias à noite. Uma cadeira ou outra eu vou dar um jeito - como a da Lorete no próximo semestre: conservação. Eu tenho uma filhote pra cuidar! Claro, terei dinheiro pra uma babá noturna, mas abandoná-la o dia todo me parece ruim.

Enfim, já penso nessas coisas sem começar a estudar! Parece vacina, como na prova de 2005 - "não quero Direito, mesmo, eu quero é Biblio, não botei como 2ª opcão, tenho mais é que rodar". E rodei. Dessa vez será diferente. Eu vou passar, ser chamada e dane-se o depois.

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Jun 13 2006

Pra rir

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"Um para o outro
Foi só Geraldo Alckmin anunciar que “nunca houve tanta desfaçatez”, e seus eleitores no Nordeste já estão reivindicando um pouquinho disso pra eles, também. É impressionante a empatia do candidato tucano com a turma da Bahia pra cima."

Tutty Vasques, no mínimo

 

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Jun 12 2006

La dernière minute - Música do dia

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Quand j'aurai tout compris, tout vécu d'ici-bas,
Quand je serai si vieille, que je ne voudrai plus de moi,
Quand la peau de ma vie sera creusée de routes,
Et de traces et de peines, et de rires et de doutes,
Alors je demanderai juste encore une minute…

Quand il n'y aura plus rien qui chavire et qui blesse,
Et quand même les chagrins auront l'air d'une caresse,
Quand je verrai ma mort juste au pied de mon lit,
Que je la verrai sourire de ma si petite vie,
Je lui dirai "écoute ! Laisse-moi juste une minute…"

Juste encore minute, juste encore minute,
Pour me faire une beauté ou pour une cigarette,
Juste encore minute, juste encore minute,
Pour un dernier frisson, ou pour un dernier geste,
Juste encore minute, juste encore minute,
Pour ranger les souvenirs avant le grand hiver,
Juste encore une minute… sans motif et sans but.

Puisque ma vie n'est rien, alors je la veux toute.
Tout entière, tout à fait et dans toutes ses déroutes,
Puisque ma vie n'est rien, alors j'en redemande,
Je veux qu'on m'en rajoute,
Soixante petites secondes pour ma dernière minute.

Tic tac tic tac tic tac

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Jun 12 2006

Netiqueta

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Acho que algumas pessoas andam precisando:

- Ao sair do msn, dê tchau para quem estava falando. Sair sem avisar é como desligar na cara.

- Evite deixar a pessoa falando sozinha. Se acontece algo inesperado no meio da conversa, diga. Por ex.; tel, ou, no meu caso, alice xixi.

- No orkut, deixe um scrap quando for visitar o perfil de alguém, se estiver com o bisbilhotador ligado. Pega mal no outro dia ficar explicando. Melhor já deixar um oi e saber as novidades, ou pelo menos explique o motivo da visita.
- Evite passar correntes. Evite, não; não passe. Eu nunca repasso, por mais que ache engraçado ou trágico: e ainda não fui atropelada, fiquei na miséria ou uma recebi uma bigorna ACME em minha cabeça por isso. Claro, tudo isso pode vir a ocorrer, mas não será por culpa de uma mensagem boba.

- Use menos emoticons, fale mais. Em qualquer situação. E lembre-se: quanto mais normal a letra, mais fácil a leitura. Quanto mais normal e gramaticalmente correta a frase, melhor a interpretação de quem lê. Já não basta a maldita falta de entonação, ainda inventam de dizer frases mais ambíguas que sei-lá-o-quê!

Não, esse texto não chegou por e-mail. Acabo de criá-lo, após ficar falando sozinha no msn.

Ah, mais uma: ao copiar qualquer coisa, QUALQUER COISA, dê o crédito pro maldito autor. Discutíamos isso em aula/textos não faz muito. E eu sempre fui contra isso de cópia sem dizer da onde veio. O feio não é copiar, é pegar pra sí. Quem diz isso não sou eu; é a Mára Lúcia e a Moro, hehehe

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