Feb 14 2006
Não
Eu não tenho medo. nem de cara feia nem de ameaças.
Especialmente quando eu sei que tenho razão. Não adianta se zangar comigo. Eu também tenho direitos - mais deveres que direitos, por isso brigo tanto por eles.
Feb 14 2006
Eu não tenho medo. nem de cara feia nem de ameaças.
Especialmente quando eu sei que tenho razão. Não adianta se zangar comigo. Eu também tenho direitos - mais deveres que direitos, por isso brigo tanto por eles.
Feb 14 2006
Hmpf.
Vizinhos, francamente. Cuidem de seus filhos e de seus gritos antes de reclamarem da forma como cuido da minha.
Ela, pelo menos, não sai por aí quebrando tudo e agindo como uma mal-educada. E eu nunca enconstei um dedo dela - me orgulho disso, aliás.
Ela, como toda criança da idade, chora quando contrariada. Apenas isso! Não vou deixar de contrariá-la e educá-la só porque os vizinhos ficam com peninha de uma cena de manha. Ainda se viessem reclamar diretamente, tudo bem. Fazer fofoquinhas PRA MINHA MÃE é que eu não admito.
Feb 14 2006
Amor - Secos e Molhados
Composição: João Ricardo - João Apolinário
leve como leve pluma
muito leve leve pousa
na simples e suave coisa
suave coisa nenhuma
sombra silêncio ou espuma
nuvem azul que arrejece
simples e suave coisa
suave coisa nenhuma
que em mim amadurece
Ando viciada neles. Vale ouvir, é clássico, oras.
Feb 12 2006
Nunca! Leiam-no aqui. Ele tem um humor impagável. Se ele não fosse tão esquerdista… Tenho que concordar com o FHC, infelizmente.
Feb 12 2006
Hoje eu quero que todo mundo tenha uma atitude bem fútil:
Só por diversão, leia teu horóscopo de hoje. Sim, eu acredito em horóscopo tanto quanto em coelhinho da páscoa, comunismo na prática e amor de verdade, entretanto é MUITO engraçado ler e ver que o que está escrito é algo tão geral que não serve pra nada - e é nula a chance de erro, nesse caso - ou é algo tão absurdo que invariavelmente estará errado.
Feb 12 2006
não sei escrever nada no formato “conto”. Tenho tentado, mas só sei viver e pensar em primeira pessoa. Engraçado; mesmo que a história não seja minha, só sei escrever como se tivesse ocorrido comigo. Ou então com a puny, afinal, puny e eu somos a mesma. Só de mim consigo falar em terceira pessoa.
Eu queria contar uma história que eu criei hoje, mas ela só funcionaria bem se a personagem principal fosse um homem. E eu não sei “ser” homem, não sei como os homens se sentem. Nunca tentei entendê-los. E ainda há o maldito problema da terceira pessoa. Não que eu não saiba conjugar os verbos (você é um idiota se pensou isso), eu só não acho que fique suficientemente bom/realista/bacaninha.
Dizem que as mulheres são difíceis de entender; qual nada! Somos tão simples quanto nosso ciclo menstrual. Com vocês, homens, é que não há previsões, não há calendário, não há nada - apenas incerteza e alterações de humor inesperadas.
Eu mudo meu humor de acordo com um calendário pré-estabelecido, salvo algumas exceções, quando tenho problemas reais, por exemplo. Já os homens são iguais a caixinhas de surpresa. Não dá pra confiar em quem não toma hormônios, já dizia minha avó. Ou pelo menos eu acharia engraçado vê-la dizendo isso.
Não reparem a falta de noção de hoje. É apenas sono, eu juro. Nem bebi essa noite.
Feb 11 2006
Já cansei de olhar nos jornais notícias sobre crianças espancadas/abandonadas/mortas por pais. São crimes hediondos, que já ocorriam antes e com a mesma frequência com que ocorrem agora. Por que est]ao ganahndo mais destaque?
Desde o episódio da menina que foi atirada na Pampulha os jornalistas perceberam que as pessoas se comovem muito com estas coisas - e com razão! Eles, então, se aproveitam da “moda” e passam a insistir nesse tipo de notícia. Claro que são crimes horríveis e que merecem ser noticiados. Mas o sensacionalismo está cansando, até nos jornais mais sérios, como a Folha, O Estado de S.P., etc.
É importante assegurar os direitos dessas crianças e, principalmente, respeitar os sentimentos e a privacidade delas. Chega de abusos jornalísticos!
Feb 11 2006
"Nunca subestime o poder dos chutinhos em um pc travado e das palmadas em um iPod manhoso."
Eletrônicos bons são aqueles que pegam no tranco.