Feb 08 2006
Café. Caféééé. Com o “e” fechado, isso mesmo!*
Pois é, se escreve café em francês. Aí tu fica feliz e diz café, com o “e” bem abertinho. (Tão aberto quanto as pernas da tua prima, diria o Zé Chinelo do Unificado). Só que escreve igual, mas se diz cafê. Terrível. Tu olha café e diz café, é automático e inevitável!
Enfim, depois do que ocorreu-me esta tarde, eu gostaria de dar um conselho a - se é que eu tenho o direito de dar conselhos a alguém:
Quando tu estiveres muito zangado, muito p*t da cara, chora, grita e esperneia. Depois de ter um pequeno acesso de fúria particular, compartilha o problema com um amigo, parente ou algo do tipo (cachorro, gato, papagaio). Alguém que vai te ouvir e te apoiar, ou pelo menos alguém/algo que te escute
- afinal, até onde eu saiba, cachorros e gatos não vão muito longe em discussões filosóficas e papagaios só repetem…
Depois, com a cabeça mais fria, encare o monstro do problema. Sem ódio, sem grosseria, sem descer do salto. Tudo melhora com um pouco de diálogo, uns goles de vodca e uns três tilenóis. Café e cigarros também ajudam, na falta da vodca e dos remédios. Recomendo fervorosamente um banho, também. Daqueles beeeeem quentinhos e relaxantes.
Aí? Bom, aí aproveite o alívio único que temos quando conseguimos resolver um problema ou expressar nossas idéias sem brigas. E outra: como é bom ser direto! Como diria uma certa pessoa:
ODEIO QUE FIQUEM DANDO LETRINHAS!
Fala direto e na cara, que tudo se resolve ;]
*sim, foi editado pra maior clareza.


É tão ruim ir longe em discussões filosóficas? Acho que se a mistura com vodka for a ideal pode ser o caminho, sem discutir é claro a eficiência de descontar a raiva em objetos inanimados…
Não. Eu disse no texto apenas que gatos e cachorros não vão longe em discussões filósoficas. No máximo eles dissertam sobre a existência.
Será que estás entendendo bem a profundidade dos miados e latidos? O problema deles é que por não beberem vodka acabam se tornando repetitivos.