Archive for January 13th, 2006

Jan 13 2006

Música da semana

Published by puny under sem classificação

Please, please me

Last night I said these words to my girl
I know you never even try girl
Come on, come on, come on, come on,
Please please me oh yeh like I please you.
You don’t need me to show the way love
Why do I always have to say love
Come on, come on, come on, come on,
Please please me oh yeh like I please you.
I don’t want to sound complaining
But you know there’s always rain in my heart.
I do all the pleasing with you
It’s so hard to reason with you.
Oh yeh why do you make me blue.
Last night I said these words to my girl,
Come on, come on, come on, come on,
Please please me oh yeh like I please you - you.

Escutem o álbum inteiro. Mais que recomendado.

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Jan 13 2006

maldita

Published by puny under sem classificação

TPM. Não é (só) por isso, entretanto, que eu estou assim.

P*rra batman, sou apenas uma criança.

Também quero me divertir. Não porque ser mãe é cansativo, mas também porque eu deveria ter direito.

Estressa dizer o tempo inteiro: “pára, não faz.” Ou então “faz isso, faz aquilo.”

Mas o pior é a estória de tirar as fraldas. Isso é enlouquecedor. Vai passar, ela cresce, todo mundo cresce.

Espero.

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Jan 13 2006

Cansei

Published by puny under sem classificação

Eu não queria ter feito aquilo na frente dela, mas não suportava mais. Combino as coisas, as pessoas concordam e ou me avisam em cima da hora que não vão mais poder, ou não me avisam e eu me estresso igual. Hoje, dei um basta. Caso aja ainda algum interesse, que a procurem aqui e a devolvam aqui em seguida. Não contarei com mais ninguém pra mais nada. Sempre foi assim, só que agora é oficial.

A propósito: nós, meu pai e eu, que sempre quisemos outra solução, carregamos o piano. As pessoas que me fizeram pensar diferente e que juraram apoio, como minha mãe, colocaram o corpo fora. Por isso, aqui vai mais uma “lição da puny”.

Moral da história: faz sempre o que acha melhor, ouvindo pouco ou nada sobre o que os outros têm a dizer a respeito. Não é arrependimento, é apenas uma constatação óbvia: tu arcas com as conseqüências de tuas escolhas. Escolhe, portanto, utilizando a própria cabeça. E vê sempre se TU e apenas TU terás condições de resolver tudo sozinho. Não dependas dos outros, ou depende o mínimo possível.

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