Dec 26 2005
Ostrinha, amor da minha vida
“The Prodigal Daughter Returns!”
É o título do último episódio de GG a que eu assisti. Combina com a decisão que tomei agorinha; não interferirei mais em nada e voltarei à minha bela ostra, por um tempo.
Até que as coisas se acalmem, pretendo ficar por aqui, lendo e estudando.
Talvez até volte pra internet mais cedo que eu planejava. Não só porque estou segura quanto à aprovação, mas também porque não desejo enlouquecer. Só quero ter uma rotinazinha sem maiores turbulências e precoupações. Andei experimentando uma rotina diferente; estava tudo bacana, mas acho que invadi um espaço que não deveria ter invadido. Cada um precisa ter o seu cantinho. O meu cantinho é esse? Eu tenho algum cantinho? Não sei, eu nunca pertenci a grupo nenhum, sempre transitei por diversos lugares. Neste ano, percebi o quão inconstante eu sou. Não consigo andar com um mesmo grupo de pessoas sempre. Claro, esse ano fiz um punhado enorme de novas amizades, que desejo levar adiante.
Invejo, entretanto, quem teu seu grupinho fixo. Adoro todos os novos amigos desse ano, mas os trocaria, sem pestanejar, por uma meia dúzia de amigos eternos. Ou não, afinal, tudo o que é demais enjoa. E meus amigos novos são tão legais! Chemi, Guada, Oct, Kato e mais um montão do EuPodo. Luana, Laura, Gicka e turminha da 8 do Unificado (parte 1). Tati, Marcela, Cesar, Amanda, do Ficciones. Rô, Má, Gui, Unificado (parte 2, matanças do Miltinho). Coi, Vudu, Printer e amigos da kei em geral. Deve ter mais gente, eu sei. Mas são os que mais lembro, por agora.
Enfim, comecei esse texto decidida a dar um basta, a parar um pouco, a respirar. É mais difícil que parece. Ostrinha querida, te quero e te repilo, simultaneamente!
Pulo da ostra à liberdade como um enol vira cetona, naquela tautomeria desgraçada.
Só preciso de um pouquinho de ar. Me fecho ou saio? Aceito sugestões.

