Nov 09 2005
De volta à ostra
Sinto um desespero tremendo nesse momento;
*em primeiro lugar por um desejo extremo de pertecencer a algo, de não sentir-me tão perdida como sinto-me nos locais por onde transito. Não haverá viv’alma neste mundo capaz de combinar, filosoficamente, comigo? Há ser que pense da mesma forma que eu? Ou, que pelo menos preocupe-se com o que me aflige?
*por que cargas d’água as pessoas dizem-se autênticas e espontâneas quando sabemos que não o são? É difícil deixar de ser hipócrita? Todos preocupam-se mais em parecer que em ser de fato.
*last, but not least; será que eu quero este mundinho pra Alice? Será que eu quero MEU mundinho pra Alice? Que mundinho seria mais adequado a ela?
Por essas e outras que voltarei à ostra, minha querida companheira.

